Olá Napstablooks. Como estão?
Eu estou um pouco diferente.
Nem lembro quando foi minha última postagem ou qual foi, pretendo ver isso depois de postar esse post, mas muita coisa mudou.
Eu estou de saco cheio.
"Mas Meekah, você sempre tá de saco cheio!"
You, sir or miss, have an excelent point.
Sim, estou de saco cheio, sou a personificação do saco cheio. Mas fiquei de saco cheio de reclamar passivamente. Sempre tive pra mim mesma que meu problema é justamente gente me enchendo os pacuá dizendo o que, como e quando fazer, falta de paz em casa e não me sentir segura ou acolhida em lugar nenhum.
Ultimamente isso tem piorado. Não me sinto bem ou segura nem com meu próprio quarto. Antes ele ficava bagunçadinho, mas ultimamente está pior do que jamais esteve. E pela primeira vez eu falho ao tentar arrumar, eu sinto que apenas não vale meu esforço e energia. Eu não quero ou me importo em vê-lo arrumado.
"Ah, você é bagunceira". Mais um ponto válido, devo dizer. Mas minha desordem sempre se limitou a um misto de livros, jogos, desenhos, roupas e sapatos quebrando leis da física e ocupando o mesmo espaço. Mas não é mais só isso, tá uma droga. E eu não sinto que o espaço me pertence, então eu não ligo.
Outro dos meus HAPPINESS BLOCKERS era não ter poder sobre meus desejos. Como assim? Bom, eu sempre quis um 3DS, desde que ele foi anunciado e substituiu meu "sempre quis um DS" que já estava no lugar do "sempre quis um GBA" que veio do nada, já que eu tive um GBC. Eu tinha que implorar de joelhos pra ganhar isso de presente ou qualquer coisa que eu quisesse, quase me humilhar. "Mika why didn't you got a job?" bitch, I tried. Nenhum dos meus empregos anteriores foi correto, registrado ou pagava de forma digna. Mentira, o primeiro foi bem okzinho. Mas por serem particularmente ruins nunca durei realmente.
Um conjunto de "não gosto do lugar", fiquei infeliz e acabamos todos decidindo ver outras pessoas. É.
Mas então eu enfim arranjei um bom trabalho. Salário em dia, tudo certo, registrado, VT, VA, VR e tudo mais, décimo terceiro e tudo. E pela primeira vez na minha vida eu parei em casa e estava com vontade de pedir porcaria pra comer e pensei "FODA-SE, EU PAGO. EU FODENDO PAGO".
A maior marca disso foi o meu primeiro salário nesse emprego. Foi metade do mês, nada demais. Mas assim que eu recebi... Deus, como foi ótimo. Eu abri o site da Saraiva e comprei um 3DS roxo, minha cor favorita. Eu comprei, ele chegou. Eu. Comprei. Eu podia me fazer feliz, eu pude comprar presentes pra pessoas que eu gostava, pagar minhas próprias porcarias e apenas... Ser suficiente.
As coisas melhoraram um pouco desde então, mas voltaram a piora. Apesar de maravilhosas aquisições, eu não fiquei satisfeita. Nossa, que ingratidão, dels. Não, não é.
Eu comprei um quadro da Slytherin pra mim. Ele é tão lindo e tão perfeito, adorei tê-lo comprado. Ele tá num canto, não acho que a parede valha sua presença. Fica ali, indiferente, escondido. Minhas cartas de Magic não tem lugar, meus posteres estão caídos e eu nem ligo de por meus livros de volta na prateleira.
Ai, uma das primeiras vezes na minha vida, minha mãe falou algo que fez sentido.
Eu estava chateadinha com acontecimentos chatos e expressei minha satisfação, falta de vontade de continuar e impulsos homicidas. E então ela fez uma ótima pergunta.
"E quando você vai embora?"
E eu pensei comigo mesma "mas não sejas ridícula, molier, eu não tenho condições de-".
Ai eu lembrei do meu 3DS. Eu sempre quis aquele fodendo trêsdeésse e agora eu tinha, não só ele, mas três outros fodendo jogos.
Por curiosidade vi sites de imobiliárias enquanto falava com ela. Aluguéis pagáveis em lugares ok. Nada luxuoso, mas pra morar sozinha era perfeito.
E ai como um lance meio Inception, algo começou a girar na minha cabeça, no âmago do meu ser, e agora eu tenho esse objetivo imperturbável de que eu vou, até fevereiro, sair de casa e ter o meu canto com meu gato. (já falamos do gato)
Infelizmente eu decidi isso na semana que precedeu o natal, então tá tudo meeeeio que em recesso. Mas, tirando esse detalhe, já está tudo encaminhado e eu pretendo separar os documentos logo que possível pra fazer isso. Poucas exigências: privacidade e possibilidade de ter gatinhos.
O lance do gato é o mesmo do 3DS. (long story short)
Eu só estou nesse momento em que tudo o que eu quero é ter paz, e que paz é melhor do que entrar na sua casa, abrir sua geladeira e reclamar do copo que você mesmo deixou fora do lugar? Eu não sei, mas por hora isso parece incrível.
E eu mal posso esperar.
E é isso ai por hoje, só estava afim de registrar isso. Ainda tenho que por no caderno, então né. Mas valeu. Sempre vale. Esse tipo de mudança é boa.
AGUARDEM NOVOS CAPÍTULOS, NAPSTABLOOKS.
PS: Napstablook é um fantasma lindo e amável do jogo Undertale. JOGUE ESSE JOGO, ELE É FODENDO AMAZING. Melhor jogo que já joguei num PC em toda minha vida. Então joguem.
Até qualquer dia, mesmo que ninguém leia isso. E é isso ai. õ/
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29 dezembro 2015
20 dezembro 2014
Um Pouco da Minha Felicidade pra Quem Interessar
Costumo reservar esse blog pra reclamar da vida, então por ele parece que minha vida tá uma merda. Tava pensando nisso esses dias. Então vou registrar como REALMENTE está minha vida aproveitando que estou de bom humor sentada na caminha do meu namorado que tá trabalhando. (yay *-*)
Well não to trabalhando ainda, mas isso me aborrece apenas vez ou outra. Tenho tomado muito suco, muito mesmo. Em casa decidimos comprar um porrilhão de frutas pra fazer vitaminas, sucos, saladinhas e etc. Com isso eu consigo consumir algo mesmo quando enjoada (beber é mais fácil) e deixo o refri de lado. Infelizmente percebi que meu organismo sente falta da Coca-Cola. Passei, de boa, mais de uma semana sem realmente tomar refri, mas ai um dia eu acordei com a garganta seca e só conseguia pensar em "meu deus eu preciso de Coca" e não curti isso, foi ruim, mas de boa :v
CARA to muito foda no LoL. Jogo com quase qualquer coisa que pego no aram e carrego 9/10 jogos de Sona nuuuuma boa. Ou de Janna... Ou de qualquer coisa que cure ou dê shield. Ou de qualquer coisa ap que não tenha energia... Ou ad que não seja melee. :v q
Também to bem com meu corpo, bem bem. Só meu cabelo que quero voltar a ser colorida, mas não estou descontente com ele.
Acho que o melhor da minha vida no momento é meu namorado e tudo que o cerca. Diferente de relacionamentos passados esse é com um namorado seguro de si. Ele já era feliz antes, estar comigo é algo a mais, mas a alegria e felicidade dele já estavam aqui quando eu cheguei, só virei alguém pra curtir a vida com ele. Nunca vi alguém tão livre de machismo e tão bem com ele mesmo e comigo. Sério, criaturinha doce e amável que não reclama de roupa, amigo ou enche meu saco, só é feliz comigo e me ama. Eu confio minha vida a ele, meu melhor amigo, e sei que ele nunca me trairia, assim como nunca o trairei. E não dependemos um do outro, estamos juntos. Não precisamos "nos pegar" pra ser felizes, apesar disso ser daora, não é a base do nosso relacionamento. A base é amizade, parceria, felicidade. De ir ao Hopi Hari juntos até ir de trem pra Jundiaí pra não chegarmos cedo demais na casa dele. De ver uma série em casa até ir assistir ~O Robert~ em IMax. Só estamos juntos pra rir, viver e ser felizes. Pra sempre.
E ai tem as famílias. Meus pais adoravam meu primeiro namorado e detestavam o segundo, mas o meu namorado eles amam e adoram. Ele foi bem recebido dos meus avós até meus tios. Foi querido, admirado e apreciado como meu namorado. E a família dele me recebeu como extensão dele. Da minha sogra incrível me dar broncas junto com ele, me chamar pra acompanhá-la por ai, me chamar pra eventos de família e fazer questão de fotos, me contar coisas e compartilhar comigo da vida dela. O pai dele e as irmãs também me receberam bem, como filha, como irmã, como a namorada do meu irresponsável irmãozinho caçula, me receberam. Apenas é certo e bem recebido, um respeito mútuo, um carinho enorme. Acho que nunca na minha vida eu me senti tão querida e tão bem comigo mesma. Por que me conhecem, me veem, já me viram de todas as formas e em diferentes dias, foram sinceros. Nunca fingiram ou mentiram alguma coisa, apenas foram sinceros comigo em tudo, de estar com uma roupa bonita até dizer que eu devia emagrecer um pouco e o namorado também :v
Só é uma família incrível e receptiva. E eu me sinto bem por fazer parte dela cada dia mais, assim como cada dia mais ele faz parte da minha.
Tenho desenhado e escrito muito ultimamente também, e isso me faz feliz~
E é basicamente isso. É pouco pra quem lê, mas é o mundo pra mim. Um pouquinho da minha felicidade pra quem interessar, é isso ai.
Well não to trabalhando ainda, mas isso me aborrece apenas vez ou outra. Tenho tomado muito suco, muito mesmo. Em casa decidimos comprar um porrilhão de frutas pra fazer vitaminas, sucos, saladinhas e etc. Com isso eu consigo consumir algo mesmo quando enjoada (beber é mais fácil) e deixo o refri de lado. Infelizmente percebi que meu organismo sente falta da Coca-Cola. Passei, de boa, mais de uma semana sem realmente tomar refri, mas ai um dia eu acordei com a garganta seca e só conseguia pensar em "meu deus eu preciso de Coca" e não curti isso, foi ruim, mas de boa :v
CARA to muito foda no LoL. Jogo com quase qualquer coisa que pego no aram e carrego 9/10 jogos de Sona nuuuuma boa. Ou de Janna... Ou de qualquer coisa que cure ou dê shield. Ou de qualquer coisa ap que não tenha energia... Ou ad que não seja melee. :v q
Também to bem com meu corpo, bem bem. Só meu cabelo que quero voltar a ser colorida, mas não estou descontente com ele.
Acho que o melhor da minha vida no momento é meu namorado e tudo que o cerca. Diferente de relacionamentos passados esse é com um namorado seguro de si. Ele já era feliz antes, estar comigo é algo a mais, mas a alegria e felicidade dele já estavam aqui quando eu cheguei, só virei alguém pra curtir a vida com ele. Nunca vi alguém tão livre de machismo e tão bem com ele mesmo e comigo. Sério, criaturinha doce e amável que não reclama de roupa, amigo ou enche meu saco, só é feliz comigo e me ama. Eu confio minha vida a ele, meu melhor amigo, e sei que ele nunca me trairia, assim como nunca o trairei. E não dependemos um do outro, estamos juntos. Não precisamos "nos pegar" pra ser felizes, apesar disso ser daora, não é a base do nosso relacionamento. A base é amizade, parceria, felicidade. De ir ao Hopi Hari juntos até ir de trem pra Jundiaí pra não chegarmos cedo demais na casa dele. De ver uma série em casa até ir assistir ~O Robert~ em IMax. Só estamos juntos pra rir, viver e ser felizes. Pra sempre.
E ai tem as famílias. Meus pais adoravam meu primeiro namorado e detestavam o segundo, mas o meu namorado eles amam e adoram. Ele foi bem recebido dos meus avós até meus tios. Foi querido, admirado e apreciado como meu namorado. E a família dele me recebeu como extensão dele. Da minha sogra incrível me dar broncas junto com ele, me chamar pra acompanhá-la por ai, me chamar pra eventos de família e fazer questão de fotos, me contar coisas e compartilhar comigo da vida dela. O pai dele e as irmãs também me receberam bem, como filha, como irmã, como a namorada do meu irresponsável irmãozinho caçula, me receberam. Apenas é certo e bem recebido, um respeito mútuo, um carinho enorme. Acho que nunca na minha vida eu me senti tão querida e tão bem comigo mesma. Por que me conhecem, me veem, já me viram de todas as formas e em diferentes dias, foram sinceros. Nunca fingiram ou mentiram alguma coisa, apenas foram sinceros comigo em tudo, de estar com uma roupa bonita até dizer que eu devia emagrecer um pouco e o namorado também :v
Só é uma família incrível e receptiva. E eu me sinto bem por fazer parte dela cada dia mais, assim como cada dia mais ele faz parte da minha.
Tenho desenhado e escrito muito ultimamente também, e isso me faz feliz~
E é basicamente isso. É pouco pra quem lê, mas é o mundo pra mim. Um pouquinho da minha felicidade pra quem interessar, é isso ai.
23 abril 2014
Perto do aniversário de novo.
Hey. :D
Então, esse ano tá estranho, então decidi fazer uma "marca" de como eu to.
Como muitos dos fantasmas já me ouviram comentar, eu mudei, e quero só registrar como, por que e quem sou agora num geral. Go!
Desde janeiro eu mudei minha postura, meu jeito de ver as coisas. Parei de repreender pessoas pelo que elas dizem de mim (os elogios). Eu não sei lidar com eles ou receber direito, mas gosto deles, sei lá, me sinto melhor. Em toda minha vida todo mundo era pressionado por mim pra não dizer nada, afinal, quando estou com alguém (coisa que foi minha realidade por cinco anos nonstop) eu JAMAIS trairia ou ficaria de gracejos com alguém. Os gracejos aconteceram outrora e a experiência me serviu pra coibir 100%, eu respeito mais que tudo a pessoa que está comigo e confio nela de coração. Isso não vai mudar.
Mas eu decidi parar isso um pouco, de "ter alguém comigo". Por que? Eu digo. A carga emocional alheia que carreguei por todo esse tempo meio que me fez finalmente cair com tudo nas minhas costas. A culpa, a dor e o ressentimento comigo mesma por "ter dado errado" ou "ele precisava de mim" me pressionaram contra o chão e eu meio que ainda to ali em baixo. Por que é difícil se sentir tranquila quando todas as pessoas (três) com quem me relacionei na história da minha vida, e uma que não, ameaçaram se matar por minha causa. Mais de uma vez. Então não, eu não me sinto bem e eu to com complexo de destruidora de pessoas. Por mais que não tenha coisa de "a culpa é só minha" em términos, na minha cabeça tem sim.
E dói. Então eu decidi estar emocionalmente independente, voltada pra mim, cuidando de mim e me ouvindo mais. É bom, de verdade, não sentir que eu PRECISO de alguém. Estar sozinha é bom, eventualmente me sinto só, admito. Lembro de besteiras do meu primeiro relacionamento, sorrio nostálgica, pela Donzela, como dói. Mas eu deixo pra lá, fazer o que? Já foi, vou em frente por que é o que tem. É difícil, mas eu voltei a ser a pessoa que abraça a realidade e continua a vida sendo pessimista e negativa, o que eu garanto que é maravilhoso, tudo que dá certo depois disso se torna TÃO ÉPICO, mais do que seria se eu fosse otimista ou realista.
Também mudei em gostos.
Mentira, eu não mudo nisso, mas comecei a gostar ainda mais de coisas e de admitir que sempre gostei de coisas. Sempre amei emocore, por mais que minha banda favorita (Panic! At The Disco) tenha sido taxada de emocore por ter surgido em 2006, eles não são. Mas eu sempre gostei de My Chemical Romance, Fall Out Boys e as musiquinhas tristes e dramáticas da época.
Menos Simple Plan, Simple Plan é um lixo.
Ai conheci bandas como Scape The fate, que não sou muito fã, mas tem umas que eu curto pra caramba. E conheci o novo amor da minha vida musical, Black Veil Brides. Que é emocore. Mesmo. Mas não é um "ain to mal vou me matar". Muito pelo contrário, é um "você não está só, isso não vai resolver nada, estamos aqui" e várias mensagens realmente bonitas de superação, apoio e tudo mais, afinal, o vocalista da banda sofreu muito na infância/adolescência e até mesmo na banda por causa de haters, então ele entende e deseja passar pros fãs um pouco de carinho e segurança pela música, e eu acho isso muito legal e as letras são boas, os músicos são bons. É uma ótima banda e emocore é maneiro.
Outra coisa foi eu admitir pra mim mesma que, mesmo eu amando do fundo do meu coração Rock de Led até Foo Fighters, não é meu estilo favorito. Nem emocore, calma.
Meu estilo musical favorito é indie.
Maxïmo Park, The Killers, Arctic Monkeys, The Kooks, Coldplay, Two Doors Cinema Club, etc, etc, etc são algumas das minhas bandas favoritas, e é tudo indie. Eu amo o ritmo, amo as letras, amo, amo, amo. E sou mais feliz ouvindo indie que ouvindo Rock, então mundo, lide com isso. Mas novamente: Eu amo Rock de paixão, mas não é meu favorito, é o segundo favorito seguido por emocore.
Comecei também a ver seriados diferentes, sai só de Bones e parei de depender de quem tava comigo pra assistir alguma coisa. Por recomendação dum amorzinho ai eu comecei a assitir Arrow, que é um PUTA dum seriado foda e que me lembra que DC >>>>>>>>>>>>>>>>> Abismo da morte >>>>>>>>>>> Marvel em profundidade de história e personagens fodas. Eu gosto da Marvel. No cinema. Fora disso é a DC ruleando tudo numa boa. E, por pressão dos meus dois BROS eu comecei a ver How I Met Your Mother.
HIMYM é um seriado tenso pra mim. Primeiro por que me disseram que eu sou a Robin, ainda mais com minha decisão de estar sozinha, focar na carreira, etc. Segundo pela relação Lily e Marshall, afinal, é um relacionamento de vida toda, só um com o outro desde sempre, então é nostálgico. Por isso às vezes eu fico mal assistindo. Mal por que penso demais em tudo e fico "hm". É o mesmo mal que sinto em Bones ou Friends às vezes, é foda. Mas não muda que é um seriado genial, genial mesmo. Tanto que pretendo comprar um terno pra jogar laser tag no Super Shopping e comprarei charutos e fumarei charutos. Só por que estarei de terno.
E cheguei ao final da quinta temporada de Supernatural com meu caçula, o que foi bacana. Tenho me aproximado mais do meu irmãozinho, até por que ele tá virando um guri tri. Então é legal. Jogamos Halo 4 juntos e foi maneiro por que ficamos nos matando já que ele destruiu meu Ghost, aquele pequeno cretino. Além de termos visto o começo dum anime juntos e ele ter ficado me mandando coisas no Twitter. Vou quebrar a cara das futuras namoradas dele, ele é legal demais pra elas. * Irmã ciumenta *
Comecei a jogar coisas que saem do meu normal por ai, sair do LoLzinho um pouco. Não totalmente, afinal, LoLzinho. Baixei Tera. Que roda por vinte minutos e fecha. Ai joguei um pouco de CoD com meu irmão (eca) antes do Halo 4. Não joguei os outros, mas não vou morrer tão cedo (vaso ruim não quebra) então jogarei os outros títulos de preferência com ele por que jogar sozinha é chato E EU SOU RUIM DEMAIS no controle, prefiro teclado, sdds.
Mas acho que as mudanças mais radicais foram na aparência.
Primeiro pintei meu cabelo de preto.

Então, esse ano tá estranho, então decidi fazer uma "marca" de como eu to.
Como muitos dos fantasmas já me ouviram comentar, eu mudei, e quero só registrar como, por que e quem sou agora num geral. Go!
Desde janeiro eu mudei minha postura, meu jeito de ver as coisas. Parei de repreender pessoas pelo que elas dizem de mim (os elogios). Eu não sei lidar com eles ou receber direito, mas gosto deles, sei lá, me sinto melhor. Em toda minha vida todo mundo era pressionado por mim pra não dizer nada, afinal, quando estou com alguém (coisa que foi minha realidade por cinco anos nonstop) eu JAMAIS trairia ou ficaria de gracejos com alguém. Os gracejos aconteceram outrora e a experiência me serviu pra coibir 100%, eu respeito mais que tudo a pessoa que está comigo e confio nela de coração. Isso não vai mudar.
Mas eu decidi parar isso um pouco, de "ter alguém comigo". Por que? Eu digo. A carga emocional alheia que carreguei por todo esse tempo meio que me fez finalmente cair com tudo nas minhas costas. A culpa, a dor e o ressentimento comigo mesma por "ter dado errado" ou "ele precisava de mim" me pressionaram contra o chão e eu meio que ainda to ali em baixo. Por que é difícil se sentir tranquila quando todas as pessoas (três) com quem me relacionei na história da minha vida, e uma que não, ameaçaram se matar por minha causa. Mais de uma vez. Então não, eu não me sinto bem e eu to com complexo de destruidora de pessoas. Por mais que não tenha coisa de "a culpa é só minha" em términos, na minha cabeça tem sim.
E dói. Então eu decidi estar emocionalmente independente, voltada pra mim, cuidando de mim e me ouvindo mais. É bom, de verdade, não sentir que eu PRECISO de alguém. Estar sozinha é bom, eventualmente me sinto só, admito. Lembro de besteiras do meu primeiro relacionamento, sorrio nostálgica, pela Donzela, como dói. Mas eu deixo pra lá, fazer o que? Já foi, vou em frente por que é o que tem. É difícil, mas eu voltei a ser a pessoa que abraça a realidade e continua a vida sendo pessimista e negativa, o que eu garanto que é maravilhoso, tudo que dá certo depois disso se torna TÃO ÉPICO, mais do que seria se eu fosse otimista ou realista.
Também mudei em gostos.
Mentira, eu não mudo nisso, mas comecei a gostar ainda mais de coisas e de admitir que sempre gostei de coisas. Sempre amei emocore, por mais que minha banda favorita (Panic! At The Disco) tenha sido taxada de emocore por ter surgido em 2006, eles não são. Mas eu sempre gostei de My Chemical Romance, Fall Out Boys e as musiquinhas tristes e dramáticas da época.
Menos Simple Plan, Simple Plan é um lixo.
Ai conheci bandas como Scape The fate, que não sou muito fã, mas tem umas que eu curto pra caramba. E conheci o novo amor da minha vida musical, Black Veil Brides. Que é emocore. Mesmo. Mas não é um "ain to mal vou me matar". Muito pelo contrário, é um "você não está só, isso não vai resolver nada, estamos aqui" e várias mensagens realmente bonitas de superação, apoio e tudo mais, afinal, o vocalista da banda sofreu muito na infância/adolescência e até mesmo na banda por causa de haters, então ele entende e deseja passar pros fãs um pouco de carinho e segurança pela música, e eu acho isso muito legal e as letras são boas, os músicos são bons. É uma ótima banda e emocore é maneiro.
Outra coisa foi eu admitir pra mim mesma que, mesmo eu amando do fundo do meu coração Rock de Led até Foo Fighters, não é meu estilo favorito. Nem emocore, calma.
Meu estilo musical favorito é indie.
Maxïmo Park, The Killers, Arctic Monkeys, The Kooks, Coldplay, Two Doors Cinema Club, etc, etc, etc são algumas das minhas bandas favoritas, e é tudo indie. Eu amo o ritmo, amo as letras, amo, amo, amo. E sou mais feliz ouvindo indie que ouvindo Rock, então mundo, lide com isso. Mas novamente: Eu amo Rock de paixão, mas não é meu favorito, é o segundo favorito seguido por emocore.
Comecei também a ver seriados diferentes, sai só de Bones e parei de depender de quem tava comigo pra assistir alguma coisa. Por recomendação dum amorzinho ai eu comecei a assitir Arrow, que é um PUTA dum seriado foda e que me lembra que DC >>>>>>>>>>>>>>>>> Abismo da morte >>>>>>>>>>> Marvel em profundidade de história e personagens fodas. Eu gosto da Marvel. No cinema. Fora disso é a DC ruleando tudo numa boa. E, por pressão dos meus dois BROS eu comecei a ver How I Met Your Mother.
HIMYM é um seriado tenso pra mim. Primeiro por que me disseram que eu sou a Robin, ainda mais com minha decisão de estar sozinha, focar na carreira, etc. Segundo pela relação Lily e Marshall, afinal, é um relacionamento de vida toda, só um com o outro desde sempre, então é nostálgico. Por isso às vezes eu fico mal assistindo. Mal por que penso demais em tudo e fico "hm". É o mesmo mal que sinto em Bones ou Friends às vezes, é foda. Mas não muda que é um seriado genial, genial mesmo. Tanto que pretendo comprar um terno pra jogar laser tag no Super Shopping e comprarei charutos e fumarei charutos. Só por que estarei de terno.
E cheguei ao final da quinta temporada de Supernatural com meu caçula, o que foi bacana. Tenho me aproximado mais do meu irmãozinho, até por que ele tá virando um guri tri. Então é legal. Jogamos Halo 4 juntos e foi maneiro por que ficamos nos matando já que ele destruiu meu Ghost, aquele pequeno cretino. Além de termos visto o começo dum anime juntos e ele ter ficado me mandando coisas no Twitter. Vou quebrar a cara das futuras namoradas dele, ele é legal demais pra elas. * Irmã ciumenta *
Comecei a jogar coisas que saem do meu normal por ai, sair do LoLzinho um pouco. Não totalmente, afinal, LoLzinho. Baixei Tera. Que roda por vinte minutos e fecha. Ai joguei um pouco de CoD com meu irmão (eca) antes do Halo 4. Não joguei os outros, mas não vou morrer tão cedo (vaso ruim não quebra) então jogarei os outros títulos de preferência com ele por que jogar sozinha é chato E EU SOU RUIM DEMAIS no controle, prefiro teclado, sdds.
Mas acho que as mudanças mais radicais foram na aparência.
Primeiro pintei meu cabelo de preto.
Depois eu comecei a usar batom por que, sei lá, tenho uma boca bonita. [?]
Ai eu decidi cortar um pouco, só a frente.
Aiiiiiii começou a putaria. Depois de passar a tintura que fica REALMENTE fixa no meu cabelo, eu comecei a olhar pra tesoura meio diferente, e ai eu decidi cortar um pouco a frente.

Parece que tá curto, mas não tá. Na da esquerda ele tava solto e pra trás, e na segunda tava preso num rabo-de-cavalo. Nas duas meu cabelo tava passando da minha última costela, quase nos quadris. Tava comprido pra caralho. Então eu, acho que dois dias atrás, tava com meu cabelo liso por que sim e fui acertar a franja.
Ai eu fiz isso.
A diferença dessa pras outras é que: Essa é de ontem.
E meu cabelo realmente tá desse tamanho. Mesmo.
Cortei, feliz, acho que todo mundo gostou. E sério, é bom mudar muito e não ficar feio nem nada do tipo, fico feliz com isso. Mesmo.
Mas não mudei só meu cabelo. Tenho meus óculos escuros sempre na mochila, peças de roupa novas, meu colar e minhas penas, além das minhas camisetas totalmente cortadas de forma maneirosa e minhas calças de estampas fodas, tipo a xadrez vermelha.
E sei lá, tenho sido mais eu, não tenho medo de ser sincera com as pessoas, não tenho medo da sinceridade alheia, e como sempre, faço de tudo por quem se importa comigo.
Outra coisa é que to viciada em GoT/ASOIAF por culpa do Sr. Torcai. Por que né, pouca coisa me diverte mais do que falar de Westeros, mesmo. É tão, tão, tão foda, épico e maneiro que não tem nem por onde dizer. Lerei os livros, óbvio. Só preciso passar no meu pai para buscar e lerei sem problema algum. Por que é foda, por que é maneiro principalmente tendo um amigo que realmente entende tanto de toda a série e fala com tanto carinho e empolgação \o/
E tenho comido menos, quando como. Não sou anoréxica nem nada, só... Voltei a ter preguiça de comer. -.-
Voltei a escrever regularmente minhas Fanfics e postar por ai, tenho desenhado... Até que bem, estou feliz com o que tenho produzido. E é isso ai.
Essa é quem eu sou no momento. E parando pra pensar nem to tão diferente assim, só mais bonita, sepá.
E é isso o que importa. Eu estou bem com quem sou e por que sou, e na vida acho que é uma das coisas mais difíceis de se ter: amor próprio.
E eu agradeço à tudo e todos que me tornaram quem eu sou, do fundo do meu coração.
Menos o cara de 2011, esse cara nunca será perdoado na vida.
26 maio 2013
Minhas músicas - I
.
Decidi começar outra coisa "nova" no meu blog. Músicas que eu peguei pra mim, e talvez eu diga o motivo.Pra estrear, uma música que eu ouvi e comecei a chorar por que foi basicamente a história desse dia (26/05). Começou a fazer sentido com hoje cedo, antes de sair de casa pro treino. Eu estava lá no quarto do namorado enquanto ele tinha ido fazer as coisas dele, esperando. E sentei de frente pra janela. O apartamento em que ele ele mora é, basicamente, gelado pra caralho. Mas eu gosto disso, enfim. Eu sabia que estava calor, mas lá eu estava congelando, ai abri a janela e fiquei com o sol me esquentando dentro do quarto frio com o sol na minha pele. Ai a música já começou a fazer sentido. O resto provavelmente é auto-explicativo, mas depois de mostrar a música eu explico por que.
Cold Day In The Sun
Foo Fighters
Took the high dive into your brain
And you made your lonely calls
You just might wear your welcome out
If you don't let it go
There's nothing that you couldn't say
Cus you've said it all before
I think it's time you walked this lonely road all on your own
It's your cold day in the sun
Looks like you're bleeding heart
Has already won
I wish I could take it away
And save you from yourself
You get so lost inside your head like no one else
Are you looking for someone to blame?
Did you blame me all along?
You'll take the heat, but you would never take the fall
It's your cold day in the sun
Looks like you're bleeding heart
Has already won
You're so afraid
That you are the only one
That you are the only one
You know
Don't be afraid
Cuz you're not the only one
You're not the only one
I know
It's your cold day in the sun
Looks like you're bleeding heart
Has already won
It's your cold day in the sun
Looks like you're bleeding heart
Has already won
Bom, eu tive um dia de merda e logo em seu fim ouvi essa música. E é pretty much como estou me sentindo
agora. É tudo muito válido, principalmente os versos 4 e 5. E tipo, inevitável no meu estado mental não associá-la a mim e ao dia de merda que eu tive. Não sei bem como explicar, mas músicas com esse efeito me fazer pensar e perceber coisas sobre a minha situação e etc, então... Sei lá, me fez bem, ao menos um pouco. Então... É isso ai, ouçam, a música é muito boa. Tranquila, "fofa", mas é muito válida. E como as outras músicas do tipo que vou postar, também é muito minha.
See ya, ghosts.
.
03 março 2013
Miados
Despertou. Sua primeira ação foi se espreguiçar gostosamente
num bocejo silencioso e lento. Piscou seus olhos grandes e verdes antes de
levantar da macia cestinha. As almofadinhas de suas patas tocaram o chão
gelado, e ela miou baixinho antes e colocar as outras três no chão também.
Olhou em volta. Nenhum sinal de seu humano. Acontecia, ele costumava acordar
antes e ir fazer outras coisas. Saiu andando. Aquele apartamento era muito,
muito grande, então era sempre muito divertido fazer seus passeios diários.
Sua cestinha ficava no quarto dele, então ela pulou na cama
(que era bem alta) e farejou. Não estava quentinha, mas tinha o perfume de seu
humano. Miou novamente e sentou ali esperando que alguma coisa acontecesse.
Ergueu a patinha esquerda e passou a língua áspera por ela, depois passando
pelo próprio rosto. Repetiu a ação algumas vezes até sentir que aquela patinha
estava suficientemente limpa, assim como um lado de seu rosto.
Desceu da cama e saiu do quarto com seus belos pelos
castanho-avermelhados se agitando com os passinhos felinos. Atravessou a sala
em silêncio. Olhava em volta procurando por ele de forma atenta. Não gostava de
acordar sem tê-lo por perto. Era incômodo. Preferia quando ambos despertavam ao
mesmo tempo, era muito melhor. Quando se aproximou da cozinha ouviu alguns
ruídos. “Deve ser ele”, pensou a gatinha enquanto entrava naquele cômodo.
Ela parou na porta e ficou olhando. Seu humano estava
estranho, sentado à mesa encarando em silêncio uma tigela. Não sabia o que
tinha ali, mas realmente não se importou. Ele estava parado, embora momento ou
outro movesse a colher que segurava. Ela miou. Nenhuma reação. “Que bizarro, o
que ele tem?”. A gatinha andou até a cadeira em que ele estava e miou novamente
“Ei humano, ei. Olha pra mim, humano. Ei!”.
Não se importou. Ela se aborreceu e se ajeitou no chão
pronta pra pular. E então o fez subindo no colo dele e o assustando. Ele soltou
a colher e encarou o pequeno felino, e parecia aborrecido. Ela apoiou as patas
no peito dele ficando em pé em seu colo e começou a miar. “Por que você não me
dá atenção, humano? Você tá doente? Eu quero atenção”.
– Agora não, mas que saco!
Ele a segurou e colocou no chão. Claro que ela não entendeu
o que ele disse, mas seu tom de voz foi suficientemente agressivo. “Mas que
ranzinza chato você tá hoje.” Ela miou. A gatinha andou até o outro lado e
pulou direto no balcão, andando até ficar na frente dele e colocando a patinha macia
sobre a testa do garoto. “Humano, ordeno que pare de ser estranho.”
– Para de me encher o saco, que coisa, não to a fim de
brincar agora, ok? Me deixa em paz!
E novamente ela foi ao chão. “Mas quem esse humano pensa que
é?!” pensou indignada antes de ir até sua tigela de água. Ela colocou a patinha
na beirada do recipiente (que ficava sob a mesa em que ele estava) e a virou,
causando um ruído de porcelana balançando no chão que chamou a atenção dele.
– Mas o que...? Poxa, pra que você fez isso?
“Eu quero atenção”, miou.
– Caramba, agora vou ter que secar tudo...
“Me dá atenção, humano.”, miou mais.
– Fica quieta um pouco!
“Para de chiar e me dá carinho, minhas costas não vão se
coçar sozinhas, humano.”, miou e se apoiou na perna dele.
– Assim não dá!
Então ele a pegou no colo por baixo do começo de suas
patinhas, deixando o rosto felino dela na mesma altura que o próprio. Ela ficou
esticada no ar encarando-o com indiferença. “Que é?” miou.
– Qual o seu problema? Por que você tá tão chata? –
Questionou em tom de súplica encarando o animalzinho de perto.
“Eu não sei o que você tá falando, humano” miou “mas eu
quero atenção e você tá de mau humor”.
A gatinha agitou as patinhas e alisou o rosto dele como
pode, então abaixou a cabeça e lambeu a mão esquerda dele.
“Eu amo você humano” miou “Me dá carinho e você vai ficar
melhor, eu sei que vai. Você sempre fica melhor depois de me dar carinho.”.
Ele ficou em silêncio e abraçou a gatinha, que se apoiou
nele e ronronou baixinho passando a cabeça em seu pescoço. Acariciou a
cabecinha dela e suspirou, sorrindo então como quem se conforma, mas se
sentindo realmente melhor sem poder explicar como.
– Você precisa ser tão chata assim só pra me animar? Sério?
“Bom humano, humano obediente... Continue assim, você não me
dá carinho de mau humor. Eu gosto de carinho, então fique feliz” miou em meio a
um ronronar sutil.
– Você é insuportável, mas não sei o que faria sem você.
Riu então carregando a gatinha de volta pro quarto e
retomando seus afazeres. Por mais que às vezes tudo pareça ruim, ou as coisas
fiquem tristes e toda a motivação suma... Sempre tem alguém pra lembrar que há
algo mais importante e simples pra se preocupar do que problemas ou algo do
tipo. A vida é muito mais simples do que parece, e afagar um gato normalmente
resgata o dia de forma simples e eficaz.
***
![]() |
| Comentem pelo gatinho muito sortudo. q |
Eu estava me sentindo meio desanimada e decidi escrever alguma coisa do meu ponto de vista felino. É realmente assim, ter um gato. Ou ter uma pessoa chata que é chata pra fazer você voltar a ser feliz, por de volta no lugar. Sei lá, acho que vale sempre a pena dar atenção à essas pessoas. Geralmente me ajuda a ficar mais feliz, aposto que poderia ajudar mais gente também. Só uma dica, sei lá.
Até mais fantasmas. :3
01 março 2013
O Lugar Mais Feliz do Mundo
Não sabia ao certo se estava em silêncio ou não. O momento
era voltado a sensações, não necessariamente à realidade. Sentia-se leve. Leve
como nunca estivera antes. Parecia que podia flutuar graças a ausência de
preocupações, de dores e ansiedades. Não tinha pressa, não tinha medo. Só se
sentia pura e confortável em si mesma, em todo aquele espaço limpo e tranquilo.
Sua mente se ocupava com simplicidades. Se ela tivesse uma
cor naquele momento, seria um azul claro, aquele azul que forra o céu por trás
das nuvens numa manhã fresca e ensolarada, com um toque delicado de lilás para
diferenciar. Era tudo tranquilo, feliz. Sua mente nunca estivera tão pacífica.
Aos poucos a noção de ter um corpo retornava, mas não de
forma comum. Ela podia sentir as próprias costas. Estavam apoiadas em algo
quente e macio, confortável e convidativo. Sentia que havia vida naquilo em que
se apoiava. Percebeu aos poucos os batimentos lentos, e sentia perto do rosto
uma respiração morna acaricia-la. Seu rosto. Percebeu que seus olhos estavam
fechados já que o hálito tocou de leve sua pálpebra. Ela estava perfeitamente
confortável.
Então pode sentir os próprios braços, que assim como suas
costas estavam em contato com algo morno e confortável. Braços, provavelmente.
Acomodavam-na perfeitamente, como se seu corpo houvesse sido montado para
encaixar perfeitamente ali, para ser envolvida calorosamente naquele lugar
perfeito.
Seus dedos estavam afastados uns dos outros. À medida que
percebia seus braços, percebeu que os braços que não lhe pertenciam
acompanharam os seus até as mãos. E seus dedos se entrelaçavam com os daquela
pessoa.
Sentia-se sonolenta naquele abraço. O tempo parecia ter
parado, congelado ali apenas para preservar a tranquilidade e equilíbrio que
havia entre eles. Tudo o que ela sabia de seu passado era que nunca antes se
sentira tão bem. De seu presente, que não queria que aquele momento tivesse um
fim. E de seu futuro... Que desejava pra sempre aquele refúgio.
Não sabia onde estavam e nem há quanto tempo estavam lá...
Mas não sabia por opção. Era irrelevante o lugar, a hora, até mesmo o século
deixava de ser importante. Só importava o momento, eles dois. Aquele calor que
os envolvia de forma tão verdadeira. Mesmo com sua mente vazia de pensamentos,
ela sabia que aquele era o seu lugar. Sua pequena utopia, seu paraíso
particular.
– Ei, vamos pro amarelo?
Disse a voz feminina que interrompeu o devaneio. Ela abriu
os olhos e reconheceu o ambiente. O corredor da faculdade, algumas pessoas passando
e conversando entre si, o barulho de cadeiras sendo arrastadas, o normal de uma
faculdade qualquer. Olhou para pessoa que os chamara e suspirou se afastando
dele lentamente, e logo se virando para encará-lo. Ele também estava sonolento.
Ajeitou o casaco jeans e ajeitou o cabelo com as duas mãos, apenas as mechas da
frente como de costume, bocejando de forma similar a um rugido de leão.
– Meh, vamos.
Ele falou no fim de seu bocejo e levantou ajeitando as
roupas. Por algum tempo a garota não se moveu, mas ele logo estendeu a mão para
ela a convidando para ir junto, o que ela faria de qualquer forma. Ergueu sua própria
mão em direção a dele e a segurou, com a certeza de que iria pra qualquer lugar
que ele se oferecesse para leva-la.
![]() |
| Três meses dessa sensação maravilhosa de paz, muito obrigada namorado. :3 |
18 fevereiro 2013
The llama song!
Cara, eu estava passeando despreocupada pelo Facebook quando DE REPENTE
PÃ PÃ PÃ
Essa música me faz tão, tão feliz que eu estou ouvindo desde que lembrei dela. Já faz quase uma hora sem parar, e ela tem 40 segundos de duração, ou seja... Tá foda. E eu não pretendo parar tão cedo, então meu cérebro será danificado permanentemente por ela! Juntem-se a mim! Ah... Esqueci que fantasmas não tem mais cérebro... Oh well. ):
PÃ PÃ PÃ
Eu lembrei, graças a uma publicação da minha amada noiva Claire, da música da llama! A letra é simplesmente linda, e então decidi vir compartilhar com vocês, amados e prezados fantasmas. :3
The Llama Song
Here's a llama
There's a llama
And another little llama
Fuzzy Llama
Funny Llama
Llama Llama duck
Llama llama
Cheesecake llama
Tablet, brick, potato, llama
Llama llama mushroom llama
Llama llama duck
I was once a tree house
I lived in a cake
But i never saw the way
The orange slayed the rake
I was only three years dead
But it told a tale
And now listen little child
To the safety rail
Did you ever see a llama
Kiss a llama
On the llama
Llama's llama
Tastes of llama
Llama llama duck
Half a llama
Twice a llama
Not a llama
Farmer llama
Llama in a car
Alarm a llama
Llama duck
Is that how its told now
Is it oh so old
Is it made of lemon juice
Doorknob, ankle, cold
Now my song is getting thin
I've run out of luck
Time for me to retire now
And become a duck
Essa música me faz tão, tão feliz que eu estou ouvindo desde que lembrei dela. Já faz quase uma hora sem parar, e ela tem 40 segundos de duração, ou seja... Tá foda. E eu não pretendo parar tão cedo, então meu cérebro será danificado permanentemente por ela! Juntem-se a mim! Ah... Esqueci que fantasmas não tem mais cérebro... Oh well. ):
| Com essa imagem adorável eu termino a postagem. |
28 dezembro 2012
Feliz aniversário, blog.
Um ano.
Faz um ano que eu, desiludida da vida e desprovida de bons sentimentos, iniciei esse blog.
No final do ano passado toda minha vida ruiu diante de meus olhos. Tudo o que eu tinha foi perdido, todos os medos se cumpriram, tudo o que eu tinha se esfarelou e escorreu entre meus dedos pálidos até serem carregados pelo vento... Pra muito longe de mim.
Me destruíram. Cada pedaço quebrado de mim foi moído e pisado, e no final... Eu não tinha nada... Bom. Eu tinha apenas uma coisinha bem pequena que eu recuperei de um caco da minha alma. Um resquício de esperança, coisa que eu admito que nunca usei, então por isso deve ter sobrado.
Peguei esse pedaço e fiz um pingente com ele, colocando no pescoço e suspirando pesadamente... Quando tomei uma decisão que agora muito me agrada. Me sentei diante do computador... E fiz um blog. Meu objetivo era comentar como seria esse ano e tudo mais. O criei desacreditada, nunca consegui manter um "diário" nem nada disso. Era mais um desabafo desprovido de fundamento ou relevância.
Então... Com minha esperançazinha... Eu escrevi a seguinte frase.
"Agora faltando três dias pro melhor ano da minha vida"
Admito que minhas expectativas pra esse ano... Desandaram. Mas isso não quer dizer que foi ruim. Aquela postagem curta que eu fiz há exatamente 365 dias me deu uma coragem pra suspirar e me erguer novamente. Apesar dos, metafóricos, ferimentos e injúrias que eu carregava, eu consegui passar. E iniciei o ano jogando Zelda, que é um dos meus amores. Sei lá, deu certo pra mim.
Esse ano eu perdi uma coisa. Era a coisa mais importante da minha vida, até esse ano. Eu a perdi três vezes, pra ser bem sincera. Na terceira vez, a coisa me perdeu. E eu... Não me importei. Só decidi seguir em frente. Por que eu finalmente estava bem. Levei oito meses, mas fiquei bem. E então eu decidi me permitir a felicidade uma vez mais.
Sei lá, eu acho que tenho o direito de ser feliz, sabe? Ok, sou uma pessoa horrível e sádica, estou aguardando a sentença de muita gente, mas... Eu não faço mal pra ninguém, só sou um monstro por dentro... Ha, ha.
Agora, depois de todo esse tempo que se passou... Eu encaro novamente a mesma situação. Me comparei comigo mesma na mesma época... E cara, eu estou bem. Me sinto bem, me sinto completa por mim, me sinto segura, me sinto... Viva. Eu me recuperei. Ainda tem sequelas, sempre tem, mas nada que me impeça de viver.
Então... E agora? Será que, novamente, está faltando três dias pro melhor ano da minha vida?
Agora está tudo bem, mas a vida é uma vadia invejosa e traiçoeira que vai tentar me acertar por onde mais dói. E eu sei o que mais dói, meu bem mais precioso... E ele está protegido. Por mim. Por que eu me sinto forte o suficiente pra me enfiar na frente de todos os tiros da vida e sobreviver. (metaforicamente, claro. A Mika não é à prova de balas! Leia o manual!)
Então... O que eu espero desse ano? Eu espero que eu seja feliz. Só isso. Quero ser feliz. Se as pessoas importantes pra mim quiserem ser felizes comigo será ÓTIMO... Mas não dependo de ninguém pra ser feliz. Não quero depender de ninguém pra isso. Eu me faço feliz, e quem está perto é um bônus. Eu agora sei que já estou completa. Sempre estive.
Você não vai me completar... Mas podemos seguir juntos se você quiser. Seria uma honra ter pessoas incríveis me acompanhando nessa jornada bizarra e cretina que é a vida... Então...
Faz um ano que eu, desiludida da vida e desprovida de bons sentimentos, iniciei esse blog.
No final do ano passado toda minha vida ruiu diante de meus olhos. Tudo o que eu tinha foi perdido, todos os medos se cumpriram, tudo o que eu tinha se esfarelou e escorreu entre meus dedos pálidos até serem carregados pelo vento... Pra muito longe de mim.
Me destruíram. Cada pedaço quebrado de mim foi moído e pisado, e no final... Eu não tinha nada... Bom. Eu tinha apenas uma coisinha bem pequena que eu recuperei de um caco da minha alma. Um resquício de esperança, coisa que eu admito que nunca usei, então por isso deve ter sobrado.
Peguei esse pedaço e fiz um pingente com ele, colocando no pescoço e suspirando pesadamente... Quando tomei uma decisão que agora muito me agrada. Me sentei diante do computador... E fiz um blog. Meu objetivo era comentar como seria esse ano e tudo mais. O criei desacreditada, nunca consegui manter um "diário" nem nada disso. Era mais um desabafo desprovido de fundamento ou relevância.
Então... Com minha esperançazinha... Eu escrevi a seguinte frase.
"Agora faltando três dias pro melhor ano da minha vida"
Admito que minhas expectativas pra esse ano... Desandaram. Mas isso não quer dizer que foi ruim. Aquela postagem curta que eu fiz há exatamente 365 dias me deu uma coragem pra suspirar e me erguer novamente. Apesar dos, metafóricos, ferimentos e injúrias que eu carregava, eu consegui passar. E iniciei o ano jogando Zelda, que é um dos meus amores. Sei lá, deu certo pra mim.
Esse ano eu perdi uma coisa. Era a coisa mais importante da minha vida, até esse ano. Eu a perdi três vezes, pra ser bem sincera. Na terceira vez, a coisa me perdeu. E eu... Não me importei. Só decidi seguir em frente. Por que eu finalmente estava bem. Levei oito meses, mas fiquei bem. E então eu decidi me permitir a felicidade uma vez mais.
Sei lá, eu acho que tenho o direito de ser feliz, sabe? Ok, sou uma pessoa horrível e sádica, estou aguardando a sentença de muita gente, mas... Eu não faço mal pra ninguém, só sou um monstro por dentro... Ha, ha.
Agora, depois de todo esse tempo que se passou... Eu encaro novamente a mesma situação. Me comparei comigo mesma na mesma época... E cara, eu estou bem. Me sinto bem, me sinto completa por mim, me sinto segura, me sinto... Viva. Eu me recuperei. Ainda tem sequelas, sempre tem, mas nada que me impeça de viver.
Então... E agora? Será que, novamente, está faltando três dias pro melhor ano da minha vida?
Agora está tudo bem, mas a vida é uma vadia invejosa e traiçoeira que vai tentar me acertar por onde mais dói. E eu sei o que mais dói, meu bem mais precioso... E ele está protegido. Por mim. Por que eu me sinto forte o suficiente pra me enfiar na frente de todos os tiros da vida e sobreviver. (metaforicamente, claro. A Mika não é à prova de balas! Leia o manual!)
Então... O que eu espero desse ano? Eu espero que eu seja feliz. Só isso. Quero ser feliz. Se as pessoas importantes pra mim quiserem ser felizes comigo será ÓTIMO... Mas não dependo de ninguém pra ser feliz. Não quero depender de ninguém pra isso. Eu me faço feliz, e quem está perto é um bônus. Eu agora sei que já estou completa. Sempre estive.
Você não vai me completar... Mas podemos seguir juntos se você quiser. Seria uma honra ter pessoas incríveis me acompanhando nessa jornada bizarra e cretina que é a vida... Então...
Savvy?
27 novembro 2012
Magic~
Olá, bom dia.
Eu recentemente ganhei um hábito novo e viciante e compulsivo, e, e, e, e, e, e, e... MUITO E. q
Anyway. Me ensinaram a jogar Magic. Pra quem não sabe o que é... Google it, não sei explicar nada além de: é um jogo de cartas muito divertido que vicia e vai sugar todo o seu tempo livre. TODO ELE.
Então agora Magic faz parte de uma das minhas coisas favoritas de jogar/interagir com outros seres vivos e tal. Como League Of Legends, Team Fortress 2, Mario Kart (Wii), Super Smash Brothers Brawl e por ai vai.
Magic é divertido pra mim por que... É legal descer as cartas, ter termos legais, é diferente e precisa ser inteligente pra jogar (ou eu quero me convencer disso...) ou melhor, precisa ser o tipo de pessoa que eu costumo me divertir com pra gostar. É, soa melhor assim. Tem criaturas legais, cartas raras e diferentes de muitas coisas. Talvez o que eu mais goste em Magic são as coisas raras que se pode ter, por que eu amo colecionar coisas ou o simples comentário de "eu possuo algo que poucos possuem, morra.".
Eu nunca via ninguém jogando Magic. Mesmo, mesmo. Ai quando comecei a aprender eu descobri que muita gente joga. Muita gente realmente legal que vale a pena gastar um pouco, ou muito, tempo com. Eu recomento Magic fortemente, até mesmo o online, por que o jogo é bom em qualquer lugar, qualquer horário, qualquer momento.
Então me ajudaram a montar um deck verde, por que eu achei que fosse esse o desejo do meu coração. Mas eu estava errada. Meu deck gerador de mana, vida e com criaturas atropelantes... Não gera mana, nem vida e por consequência da mana ele não me deixa brincar com as criaturas atropelantes. Ele me odeia. Então depois de muita frustração eu conheci a luz da minha vida, a Avacyn. q
A Avacyn me fez montar um deck branco, o deck que eu menos queria... Mas eu tinha a Avacyn e não queria um enfeite. Então eu montei o deck e a coloquei lá. Ainda não consegui colocá-la em jogo, mas o meu deck Avacyn gosta muito mais de mim do que o verde. Então eu amo esse deck.
Enfim, isso é basicamente o que tem ocupado minha vida de forma crescente. E eu quis compartilhar isso com os fantasmas que acompanham esse blog. q
E é só, quem sabe haja outra fonte de inspiração que me incentive a postar mais. Se pá isso acontece, sabe? Já postei com mais frequência ultimamente, então... Oremos. q
Abraços pros fantasmas. E pro Cadois, que acompanha realmente o blog. q
Eu recentemente ganhei um hábito novo e viciante e compulsivo, e, e, e, e, e, e, e... MUITO E. q
Anyway. Me ensinaram a jogar Magic. Pra quem não sabe o que é... Google it, não sei explicar nada além de: é um jogo de cartas muito divertido que vicia e vai sugar todo o seu tempo livre. TODO ELE.
Então agora Magic faz parte de uma das minhas coisas favoritas de jogar/interagir com outros seres vivos e tal. Como League Of Legends, Team Fortress 2, Mario Kart (Wii), Super Smash Brothers Brawl e por ai vai.
Magic é divertido pra mim por que... É legal descer as cartas, ter termos legais, é diferente e precisa ser inteligente pra jogar (ou eu quero me convencer disso...) ou melhor, precisa ser o tipo de pessoa que eu costumo me divertir com pra gostar. É, soa melhor assim. Tem criaturas legais, cartas raras e diferentes de muitas coisas. Talvez o que eu mais goste em Magic são as coisas raras que se pode ter, por que eu amo colecionar coisas ou o simples comentário de "eu possuo algo que poucos possuem, morra.".
Eu nunca via ninguém jogando Magic. Mesmo, mesmo. Ai quando comecei a aprender eu descobri que muita gente joga. Muita gente realmente legal que vale a pena gastar um pouco, ou muito, tempo com. Eu recomento Magic fortemente, até mesmo o online, por que o jogo é bom em qualquer lugar, qualquer horário, qualquer momento.
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| Avacyn, the angel of hope. Minha carta favorita. sz |
A Avacyn me fez montar um deck branco, o deck que eu menos queria... Mas eu tinha a Avacyn e não queria um enfeite. Então eu montei o deck e a coloquei lá. Ainda não consegui colocá-la em jogo, mas o meu deck Avacyn gosta muito mais de mim do que o verde. Então eu amo esse deck.
Enfim, isso é basicamente o que tem ocupado minha vida de forma crescente. E eu quis compartilhar isso com os fantasmas que acompanham esse blog. q
E é só, quem sabe haja outra fonte de inspiração que me incentive a postar mais. Se pá isso acontece, sabe? Já postei com mais frequência ultimamente, então... Oremos. q
Abraços pros fantasmas. E pro Cadois, que acompanha realmente o blog. q
25 novembro 2012
Koi no yokan
Nesse último mês, muita coisa mudou.
Eu decidi muitas coisas, quis mudar realmente e encontrei no meio do caminho algo tão incrível e poderoso que mal posso descrever com precisão. Decidi abraçar a mudança e acompanhá-la contente, afinal, mudanças não podem ser tão ruins.
![]() |
| Aquele momento em que você vê alguém e seu coração bate um pouco mais devagar, e por alguns momentos... Você não é capaz de dizer nada, mas você sabe exatamente o que está acontecendo. |
E foi ai que me surpreendi. A mudança em questão só ficava melhor, só me dava felicidade, cada vez mais sorrisos, cada vez mais alegria, cada vez mais forte... E por mais que eu achasse que podia tudo dar errado... O pouco que deu errado em volta foi reparado gentilmente por isso. Tudo foi dando cada vez mais certo, ficando cada vez melhor.
Depois de um ano de puro caos em sua forma mais forte e agressiva, um abraço morno e confortável me envolveu e me manteve perto... Em troca apenas de sorrisos, risos, felicidade... E então eu percebi que por mais que a vida seja uma cretina maldita e sem coração, e por mais que eu sei que ela vá tentar ferrar com essa coisa incrível que agora eu tenho...
Eu vou me enfiar na frente de tudo o que vier e vou proteger essa mudança custe o que custar. Por que eu não quero perder seu sorriso de vista, não quero perder seus carinhos estranhos, não quero continuar sem seu abraço apertado ou seus hábitos peculiares para comigo.
Eu decidi cuidar disso com toda a vontade, por que eu se que eu posso me machucar, me ferir e cair no meio do caminho... Mas eu sei também que em todos esses momentos ele vai me ajudar a levantar e cuidar de mim, e eu estarei ao lado dele fazendo a mesma coisa.
Eu amo muito, e por mais que apenas 31 dias tenham se passado desde que isso começou... Parece que eu te conheço há muito, muito tempo.
Obrigada, de verdade, por me inspirar e me fazer feliz... Me motivando a sorrir mesmo longe de mim.
You are perfect.
03 novembro 2012
Mudanças
"This was no accident, this was a therapeutic chain of events"
Há quanto tempo, não? Eu sei que sempre digo que escreverei mais e tal. Mas eu minto, whatever.
O trecho da música "Camisado" da minha banda favorita* ali em cima é uma boa verdade sobre minha vida no momento. Deixe-me resumir.
Muito tempo e esforço foram investidos em algo que desde o ano passado devia ter parado, mas não tenho uma máquina do tempo, então foda-se. Um ano depois... Meio que exatamente, os envolvidos perceberam que era algo infrutífero e frustrante, por tal o projeto foi abandonado. E então começou mais uma série de mudanças. E eu odeio mudanças, muito.
Mas dessa vez eu gostei delas.
Meu objetivo era descansar, ficar tranquila, esperar e me concentrar em... Qualquer outra coisa. Sempre estive bem sozinha, sabe? Por muito tempo. E eu estava tranquila.
MAS! Nada saiu como planejado. Por que? Oh, eu explico por que. **
Vindo do nada, a wild ~pessoa~ appeared and used charm na Mika. And it was bloody effective.
Não quero ficar falando demais a respeito, mas... O que interessa é que eu estou bem. Porra, eu estou bem pra caralho. E isso é meio inédito depois de tanto tempo frustrada. Pois basicamente eu achei que eu estivesse lá em baixo, desmotivada e tudo mais... Trouxeram um pouco de calor pra minha vida e eu estou feliz e tenho expectativas.
Cara, odeio expectativas por que... Elas fodem. Quando não acontecem eu fico TÃO decepcionada que é difícil de acreditar. Eu não gosto de esperar nada de ninguém, eu me prometi que não confiaria em ninguém tão facilmente... Mas porra, não consigo muito controlar o que eu sinto ou a velocidade violenta com que cresce, mas tudo o que eu sei é que... Eu espero que dê certo, pelo menos uma vez na vida. Seria ótimo se desse certo, né?
Bom, por enquanto é isso, eu falo sozinha por que ninguém lê essa merda e eu não sei por que ajo como se um dia isso fosse acontecer...
Então pronto. E foda-se, eu estou feliz pra caramba.
* A banda é Panic! At The Disco.
** Eu não sei usar "por que" e realmente não me importo, não me encha.
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