Olá Napstablooks. Como estão?
Eu estou um pouco diferente.
Nem lembro quando foi minha última postagem ou qual foi, pretendo ver isso depois de postar esse post, mas muita coisa mudou.
Eu estou de saco cheio.
"Mas Meekah, você sempre tá de saco cheio!"
You, sir or miss, have an excelent point.
Sim, estou de saco cheio, sou a personificação do saco cheio. Mas fiquei de saco cheio de reclamar passivamente. Sempre tive pra mim mesma que meu problema é justamente gente me enchendo os pacuá dizendo o que, como e quando fazer, falta de paz em casa e não me sentir segura ou acolhida em lugar nenhum.
Ultimamente isso tem piorado. Não me sinto bem ou segura nem com meu próprio quarto. Antes ele ficava bagunçadinho, mas ultimamente está pior do que jamais esteve. E pela primeira vez eu falho ao tentar arrumar, eu sinto que apenas não vale meu esforço e energia. Eu não quero ou me importo em vê-lo arrumado.
"Ah, você é bagunceira". Mais um ponto válido, devo dizer. Mas minha desordem sempre se limitou a um misto de livros, jogos, desenhos, roupas e sapatos quebrando leis da física e ocupando o mesmo espaço. Mas não é mais só isso, tá uma droga. E eu não sinto que o espaço me pertence, então eu não ligo.
Outro dos meus HAPPINESS BLOCKERS era não ter poder sobre meus desejos. Como assim? Bom, eu sempre quis um 3DS, desde que ele foi anunciado e substituiu meu "sempre quis um DS" que já estava no lugar do "sempre quis um GBA" que veio do nada, já que eu tive um GBC. Eu tinha que implorar de joelhos pra ganhar isso de presente ou qualquer coisa que eu quisesse, quase me humilhar. "Mika why didn't you got a job?" bitch, I tried. Nenhum dos meus empregos anteriores foi correto, registrado ou pagava de forma digna. Mentira, o primeiro foi bem okzinho. Mas por serem particularmente ruins nunca durei realmente.
Um conjunto de "não gosto do lugar", fiquei infeliz e acabamos todos decidindo ver outras pessoas. É.
Mas então eu enfim arranjei um bom trabalho. Salário em dia, tudo certo, registrado, VT, VA, VR e tudo mais, décimo terceiro e tudo. E pela primeira vez na minha vida eu parei em casa e estava com vontade de pedir porcaria pra comer e pensei "FODA-SE, EU PAGO. EU FODENDO PAGO".
A maior marca disso foi o meu primeiro salário nesse emprego. Foi metade do mês, nada demais. Mas assim que eu recebi... Deus, como foi ótimo. Eu abri o site da Saraiva e comprei um 3DS roxo, minha cor favorita. Eu comprei, ele chegou. Eu. Comprei. Eu podia me fazer feliz, eu pude comprar presentes pra pessoas que eu gostava, pagar minhas próprias porcarias e apenas... Ser suficiente.
As coisas melhoraram um pouco desde então, mas voltaram a piora. Apesar de maravilhosas aquisições, eu não fiquei satisfeita. Nossa, que ingratidão, dels. Não, não é.
Eu comprei um quadro da Slytherin pra mim. Ele é tão lindo e tão perfeito, adorei tê-lo comprado. Ele tá num canto, não acho que a parede valha sua presença. Fica ali, indiferente, escondido. Minhas cartas de Magic não tem lugar, meus posteres estão caídos e eu nem ligo de por meus livros de volta na prateleira.
Ai, uma das primeiras vezes na minha vida, minha mãe falou algo que fez sentido.
Eu estava chateadinha com acontecimentos chatos e expressei minha satisfação, falta de vontade de continuar e impulsos homicidas. E então ela fez uma ótima pergunta.
"E quando você vai embora?"
E eu pensei comigo mesma "mas não sejas ridícula, molier, eu não tenho condições de-".
Ai eu lembrei do meu 3DS. Eu sempre quis aquele fodendo trêsdeésse e agora eu tinha, não só ele, mas três outros fodendo jogos.
Por curiosidade vi sites de imobiliárias enquanto falava com ela. Aluguéis pagáveis em lugares ok. Nada luxuoso, mas pra morar sozinha era perfeito.
E ai como um lance meio Inception, algo começou a girar na minha cabeça, no âmago do meu ser, e agora eu tenho esse objetivo imperturbável de que eu vou, até fevereiro, sair de casa e ter o meu canto com meu gato. (já falamos do gato)
Infelizmente eu decidi isso na semana que precedeu o natal, então tá tudo meeeeio que em recesso. Mas, tirando esse detalhe, já está tudo encaminhado e eu pretendo separar os documentos logo que possível pra fazer isso. Poucas exigências: privacidade e possibilidade de ter gatinhos.
O lance do gato é o mesmo do 3DS. (long story short)
Eu só estou nesse momento em que tudo o que eu quero é ter paz, e que paz é melhor do que entrar na sua casa, abrir sua geladeira e reclamar do copo que você mesmo deixou fora do lugar? Eu não sei, mas por hora isso parece incrível.
E eu mal posso esperar.
E é isso ai por hoje, só estava afim de registrar isso. Ainda tenho que por no caderno, então né. Mas valeu. Sempre vale. Esse tipo de mudança é boa.
AGUARDEM NOVOS CAPÍTULOS, NAPSTABLOOKS.
PS: Napstablook é um fantasma lindo e amável do jogo Undertale. JOGUE ESSE JOGO, ELE É FODENDO AMAZING. Melhor jogo que já joguei num PC em toda minha vida. Então joguem.
Até qualquer dia, mesmo que ninguém leia isso. E é isso ai. õ/
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29 dezembro 2015
23 abril 2014
Perto do aniversário de novo.
Hey. :D
Então, esse ano tá estranho, então decidi fazer uma "marca" de como eu to.
Como muitos dos fantasmas já me ouviram comentar, eu mudei, e quero só registrar como, por que e quem sou agora num geral. Go!
Desde janeiro eu mudei minha postura, meu jeito de ver as coisas. Parei de repreender pessoas pelo que elas dizem de mim (os elogios). Eu não sei lidar com eles ou receber direito, mas gosto deles, sei lá, me sinto melhor. Em toda minha vida todo mundo era pressionado por mim pra não dizer nada, afinal, quando estou com alguém (coisa que foi minha realidade por cinco anos nonstop) eu JAMAIS trairia ou ficaria de gracejos com alguém. Os gracejos aconteceram outrora e a experiência me serviu pra coibir 100%, eu respeito mais que tudo a pessoa que está comigo e confio nela de coração. Isso não vai mudar.
Mas eu decidi parar isso um pouco, de "ter alguém comigo". Por que? Eu digo. A carga emocional alheia que carreguei por todo esse tempo meio que me fez finalmente cair com tudo nas minhas costas. A culpa, a dor e o ressentimento comigo mesma por "ter dado errado" ou "ele precisava de mim" me pressionaram contra o chão e eu meio que ainda to ali em baixo. Por que é difícil se sentir tranquila quando todas as pessoas (três) com quem me relacionei na história da minha vida, e uma que não, ameaçaram se matar por minha causa. Mais de uma vez. Então não, eu não me sinto bem e eu to com complexo de destruidora de pessoas. Por mais que não tenha coisa de "a culpa é só minha" em términos, na minha cabeça tem sim.
E dói. Então eu decidi estar emocionalmente independente, voltada pra mim, cuidando de mim e me ouvindo mais. É bom, de verdade, não sentir que eu PRECISO de alguém. Estar sozinha é bom, eventualmente me sinto só, admito. Lembro de besteiras do meu primeiro relacionamento, sorrio nostálgica, pela Donzela, como dói. Mas eu deixo pra lá, fazer o que? Já foi, vou em frente por que é o que tem. É difícil, mas eu voltei a ser a pessoa que abraça a realidade e continua a vida sendo pessimista e negativa, o que eu garanto que é maravilhoso, tudo que dá certo depois disso se torna TÃO ÉPICO, mais do que seria se eu fosse otimista ou realista.
Também mudei em gostos.
Mentira, eu não mudo nisso, mas comecei a gostar ainda mais de coisas e de admitir que sempre gostei de coisas. Sempre amei emocore, por mais que minha banda favorita (Panic! At The Disco) tenha sido taxada de emocore por ter surgido em 2006, eles não são. Mas eu sempre gostei de My Chemical Romance, Fall Out Boys e as musiquinhas tristes e dramáticas da época.
Menos Simple Plan, Simple Plan é um lixo.
Ai conheci bandas como Scape The fate, que não sou muito fã, mas tem umas que eu curto pra caramba. E conheci o novo amor da minha vida musical, Black Veil Brides. Que é emocore. Mesmo. Mas não é um "ain to mal vou me matar". Muito pelo contrário, é um "você não está só, isso não vai resolver nada, estamos aqui" e várias mensagens realmente bonitas de superação, apoio e tudo mais, afinal, o vocalista da banda sofreu muito na infância/adolescência e até mesmo na banda por causa de haters, então ele entende e deseja passar pros fãs um pouco de carinho e segurança pela música, e eu acho isso muito legal e as letras são boas, os músicos são bons. É uma ótima banda e emocore é maneiro.
Outra coisa foi eu admitir pra mim mesma que, mesmo eu amando do fundo do meu coração Rock de Led até Foo Fighters, não é meu estilo favorito. Nem emocore, calma.
Meu estilo musical favorito é indie.
Maxïmo Park, The Killers, Arctic Monkeys, The Kooks, Coldplay, Two Doors Cinema Club, etc, etc, etc são algumas das minhas bandas favoritas, e é tudo indie. Eu amo o ritmo, amo as letras, amo, amo, amo. E sou mais feliz ouvindo indie que ouvindo Rock, então mundo, lide com isso. Mas novamente: Eu amo Rock de paixão, mas não é meu favorito, é o segundo favorito seguido por emocore.
Comecei também a ver seriados diferentes, sai só de Bones e parei de depender de quem tava comigo pra assistir alguma coisa. Por recomendação dum amorzinho ai eu comecei a assitir Arrow, que é um PUTA dum seriado foda e que me lembra que DC >>>>>>>>>>>>>>>>> Abismo da morte >>>>>>>>>>> Marvel em profundidade de história e personagens fodas. Eu gosto da Marvel. No cinema. Fora disso é a DC ruleando tudo numa boa. E, por pressão dos meus dois BROS eu comecei a ver How I Met Your Mother.
HIMYM é um seriado tenso pra mim. Primeiro por que me disseram que eu sou a Robin, ainda mais com minha decisão de estar sozinha, focar na carreira, etc. Segundo pela relação Lily e Marshall, afinal, é um relacionamento de vida toda, só um com o outro desde sempre, então é nostálgico. Por isso às vezes eu fico mal assistindo. Mal por que penso demais em tudo e fico "hm". É o mesmo mal que sinto em Bones ou Friends às vezes, é foda. Mas não muda que é um seriado genial, genial mesmo. Tanto que pretendo comprar um terno pra jogar laser tag no Super Shopping e comprarei charutos e fumarei charutos. Só por que estarei de terno.
E cheguei ao final da quinta temporada de Supernatural com meu caçula, o que foi bacana. Tenho me aproximado mais do meu irmãozinho, até por que ele tá virando um guri tri. Então é legal. Jogamos Halo 4 juntos e foi maneiro por que ficamos nos matando já que ele destruiu meu Ghost, aquele pequeno cretino. Além de termos visto o começo dum anime juntos e ele ter ficado me mandando coisas no Twitter. Vou quebrar a cara das futuras namoradas dele, ele é legal demais pra elas. * Irmã ciumenta *
Comecei a jogar coisas que saem do meu normal por ai, sair do LoLzinho um pouco. Não totalmente, afinal, LoLzinho. Baixei Tera. Que roda por vinte minutos e fecha. Ai joguei um pouco de CoD com meu irmão (eca) antes do Halo 4. Não joguei os outros, mas não vou morrer tão cedo (vaso ruim não quebra) então jogarei os outros títulos de preferência com ele por que jogar sozinha é chato E EU SOU RUIM DEMAIS no controle, prefiro teclado, sdds.
Mas acho que as mudanças mais radicais foram na aparência.
Primeiro pintei meu cabelo de preto.

Então, esse ano tá estranho, então decidi fazer uma "marca" de como eu to.
Como muitos dos fantasmas já me ouviram comentar, eu mudei, e quero só registrar como, por que e quem sou agora num geral. Go!
Desde janeiro eu mudei minha postura, meu jeito de ver as coisas. Parei de repreender pessoas pelo que elas dizem de mim (os elogios). Eu não sei lidar com eles ou receber direito, mas gosto deles, sei lá, me sinto melhor. Em toda minha vida todo mundo era pressionado por mim pra não dizer nada, afinal, quando estou com alguém (coisa que foi minha realidade por cinco anos nonstop) eu JAMAIS trairia ou ficaria de gracejos com alguém. Os gracejos aconteceram outrora e a experiência me serviu pra coibir 100%, eu respeito mais que tudo a pessoa que está comigo e confio nela de coração. Isso não vai mudar.
Mas eu decidi parar isso um pouco, de "ter alguém comigo". Por que? Eu digo. A carga emocional alheia que carreguei por todo esse tempo meio que me fez finalmente cair com tudo nas minhas costas. A culpa, a dor e o ressentimento comigo mesma por "ter dado errado" ou "ele precisava de mim" me pressionaram contra o chão e eu meio que ainda to ali em baixo. Por que é difícil se sentir tranquila quando todas as pessoas (três) com quem me relacionei na história da minha vida, e uma que não, ameaçaram se matar por minha causa. Mais de uma vez. Então não, eu não me sinto bem e eu to com complexo de destruidora de pessoas. Por mais que não tenha coisa de "a culpa é só minha" em términos, na minha cabeça tem sim.
E dói. Então eu decidi estar emocionalmente independente, voltada pra mim, cuidando de mim e me ouvindo mais. É bom, de verdade, não sentir que eu PRECISO de alguém. Estar sozinha é bom, eventualmente me sinto só, admito. Lembro de besteiras do meu primeiro relacionamento, sorrio nostálgica, pela Donzela, como dói. Mas eu deixo pra lá, fazer o que? Já foi, vou em frente por que é o que tem. É difícil, mas eu voltei a ser a pessoa que abraça a realidade e continua a vida sendo pessimista e negativa, o que eu garanto que é maravilhoso, tudo que dá certo depois disso se torna TÃO ÉPICO, mais do que seria se eu fosse otimista ou realista.
Também mudei em gostos.
Mentira, eu não mudo nisso, mas comecei a gostar ainda mais de coisas e de admitir que sempre gostei de coisas. Sempre amei emocore, por mais que minha banda favorita (Panic! At The Disco) tenha sido taxada de emocore por ter surgido em 2006, eles não são. Mas eu sempre gostei de My Chemical Romance, Fall Out Boys e as musiquinhas tristes e dramáticas da época.
Menos Simple Plan, Simple Plan é um lixo.
Ai conheci bandas como Scape The fate, que não sou muito fã, mas tem umas que eu curto pra caramba. E conheci o novo amor da minha vida musical, Black Veil Brides. Que é emocore. Mesmo. Mas não é um "ain to mal vou me matar". Muito pelo contrário, é um "você não está só, isso não vai resolver nada, estamos aqui" e várias mensagens realmente bonitas de superação, apoio e tudo mais, afinal, o vocalista da banda sofreu muito na infância/adolescência e até mesmo na banda por causa de haters, então ele entende e deseja passar pros fãs um pouco de carinho e segurança pela música, e eu acho isso muito legal e as letras são boas, os músicos são bons. É uma ótima banda e emocore é maneiro.
Outra coisa foi eu admitir pra mim mesma que, mesmo eu amando do fundo do meu coração Rock de Led até Foo Fighters, não é meu estilo favorito. Nem emocore, calma.
Meu estilo musical favorito é indie.
Maxïmo Park, The Killers, Arctic Monkeys, The Kooks, Coldplay, Two Doors Cinema Club, etc, etc, etc são algumas das minhas bandas favoritas, e é tudo indie. Eu amo o ritmo, amo as letras, amo, amo, amo. E sou mais feliz ouvindo indie que ouvindo Rock, então mundo, lide com isso. Mas novamente: Eu amo Rock de paixão, mas não é meu favorito, é o segundo favorito seguido por emocore.
Comecei também a ver seriados diferentes, sai só de Bones e parei de depender de quem tava comigo pra assistir alguma coisa. Por recomendação dum amorzinho ai eu comecei a assitir Arrow, que é um PUTA dum seriado foda e que me lembra que DC >>>>>>>>>>>>>>>>> Abismo da morte >>>>>>>>>>> Marvel em profundidade de história e personagens fodas. Eu gosto da Marvel. No cinema. Fora disso é a DC ruleando tudo numa boa. E, por pressão dos meus dois BROS eu comecei a ver How I Met Your Mother.
HIMYM é um seriado tenso pra mim. Primeiro por que me disseram que eu sou a Robin, ainda mais com minha decisão de estar sozinha, focar na carreira, etc. Segundo pela relação Lily e Marshall, afinal, é um relacionamento de vida toda, só um com o outro desde sempre, então é nostálgico. Por isso às vezes eu fico mal assistindo. Mal por que penso demais em tudo e fico "hm". É o mesmo mal que sinto em Bones ou Friends às vezes, é foda. Mas não muda que é um seriado genial, genial mesmo. Tanto que pretendo comprar um terno pra jogar laser tag no Super Shopping e comprarei charutos e fumarei charutos. Só por que estarei de terno.
E cheguei ao final da quinta temporada de Supernatural com meu caçula, o que foi bacana. Tenho me aproximado mais do meu irmãozinho, até por que ele tá virando um guri tri. Então é legal. Jogamos Halo 4 juntos e foi maneiro por que ficamos nos matando já que ele destruiu meu Ghost, aquele pequeno cretino. Além de termos visto o começo dum anime juntos e ele ter ficado me mandando coisas no Twitter. Vou quebrar a cara das futuras namoradas dele, ele é legal demais pra elas. * Irmã ciumenta *
Comecei a jogar coisas que saem do meu normal por ai, sair do LoLzinho um pouco. Não totalmente, afinal, LoLzinho. Baixei Tera. Que roda por vinte minutos e fecha. Ai joguei um pouco de CoD com meu irmão (eca) antes do Halo 4. Não joguei os outros, mas não vou morrer tão cedo (vaso ruim não quebra) então jogarei os outros títulos de preferência com ele por que jogar sozinha é chato E EU SOU RUIM DEMAIS no controle, prefiro teclado, sdds.
Mas acho que as mudanças mais radicais foram na aparência.
Primeiro pintei meu cabelo de preto.
Depois eu comecei a usar batom por que, sei lá, tenho uma boca bonita. [?]
Ai eu decidi cortar um pouco, só a frente.
Aiiiiiii começou a putaria. Depois de passar a tintura que fica REALMENTE fixa no meu cabelo, eu comecei a olhar pra tesoura meio diferente, e ai eu decidi cortar um pouco a frente.

Parece que tá curto, mas não tá. Na da esquerda ele tava solto e pra trás, e na segunda tava preso num rabo-de-cavalo. Nas duas meu cabelo tava passando da minha última costela, quase nos quadris. Tava comprido pra caralho. Então eu, acho que dois dias atrás, tava com meu cabelo liso por que sim e fui acertar a franja.
Ai eu fiz isso.
A diferença dessa pras outras é que: Essa é de ontem.
E meu cabelo realmente tá desse tamanho. Mesmo.
Cortei, feliz, acho que todo mundo gostou. E sério, é bom mudar muito e não ficar feio nem nada do tipo, fico feliz com isso. Mesmo.
Mas não mudei só meu cabelo. Tenho meus óculos escuros sempre na mochila, peças de roupa novas, meu colar e minhas penas, além das minhas camisetas totalmente cortadas de forma maneirosa e minhas calças de estampas fodas, tipo a xadrez vermelha.
E sei lá, tenho sido mais eu, não tenho medo de ser sincera com as pessoas, não tenho medo da sinceridade alheia, e como sempre, faço de tudo por quem se importa comigo.
Outra coisa é que to viciada em GoT/ASOIAF por culpa do Sr. Torcai. Por que né, pouca coisa me diverte mais do que falar de Westeros, mesmo. É tão, tão, tão foda, épico e maneiro que não tem nem por onde dizer. Lerei os livros, óbvio. Só preciso passar no meu pai para buscar e lerei sem problema algum. Por que é foda, por que é maneiro principalmente tendo um amigo que realmente entende tanto de toda a série e fala com tanto carinho e empolgação \o/
E tenho comido menos, quando como. Não sou anoréxica nem nada, só... Voltei a ter preguiça de comer. -.-
Voltei a escrever regularmente minhas Fanfics e postar por ai, tenho desenhado... Até que bem, estou feliz com o que tenho produzido. E é isso ai.
Essa é quem eu sou no momento. E parando pra pensar nem to tão diferente assim, só mais bonita, sepá.
E é isso o que importa. Eu estou bem com quem sou e por que sou, e na vida acho que é uma das coisas mais difíceis de se ter: amor próprio.
E eu agradeço à tudo e todos que me tornaram quem eu sou, do fundo do meu coração.
Menos o cara de 2011, esse cara nunca será perdoado na vida.
03 abril 2014
Lorem Ipsum
Então, eu meio que decidi mudar meu ~about~ no Facebook pro Lorem Ipsum... E como eu realmente escrevi meu Sobre atual eu não quero perdê-lo ou só apagá-lo, então linkarei o meu perfil à essa postagem.
Coloquei Lorem Ipsum por que eu ADORO aquele texto em latim que não diz nada além de encher linguiça, por tanto o colocarei aqui. E acho um about bem válido mesmo, mas não digo que seja mais válido que algo REALMENTE escrito por mim e eu sei que ninguém lê, então foda-se.
"Cheguei num momento da minha vida em que eu percebo ser munida de uma quantidade de maturidade muito acima do que eu julgo realmente necessária. Eu tive que crescer muito rápido mentalmente, tive que aprender tudo, saber de tudo. Quanto mais informações, melhor.
Eu estou numa parte da minha vida em que eu percebi que pessoas não velem muito a pena, que você realmente pode ser cercado por pessoas, mas que no fim das contas... Os falsos vão te comer vivo, os que são indiferentes não vão se importar, e no final, só um, ou dois... Cinco se você for alguém de muita sorte realmente vão abaixar do seu lado e te ajudar a levantar do chão.
Sabe, há pouco tempo atrás algumas pessoas estragaram minha vida, me machucaram muito e ainda machucam, não vou mentir. Mas eu aprendi muito com isso e vou levar pelo resto da minha vida. Eu sei que coisas ruins vão acontecer com quem me fez mal, então estou tranquila.
Também aprendi que o amor é maneiro, mas é também um lixo, e pode simplesmente acabar totalmente com a sua vida, e que pessoas que acabam de começar a amar alguém, ou alguma coisa, são idiotas.
Eu cresço um pouco a cada dia, me conheço um pouco a cada dia, morro um pouco a cada dia, sorrio um pouco a cada dia... Bem que você podia parar de me jugar ai enquanto lê isso aqui e vir tentar me conhecer um pouco também. Sério, eu sou legal pra caramba... Só não quero mais ser machucada por ninguém, isso é tão ruim?
Definição de 2011:
Essa é definitivamente a pergunta mais difícil de se responder, "quem sou eu", "sobre mim". Auto definição é difícil.
Ao mesmo tempo em que sou enérgica em minhas ações, no meu jeito de falar, eu sou tão tranquila quanto uma folha. Meus ideais são constantes como o curso de um rio, mas eventualmente sob circunstâncias específicas ele deve ser adaptado ao que está em volta, deve ser ligeiramente modificado. Seu destino será sempre o mesmo, mas as discrepâncias no caminho podem fazer-me demorar a chegar.
Tenho lá minhas manias, tenho meus jeitos... Tenho minhas barreiras. Não sou uma pessoa vulnerável, por mais que as vezes pareça. Não me importo com o que dizem de mim, eu sei bem quem sou. Não ligo pro que supõe da minha vida, eu a vivo e a conheço melhor que ninguém. Sou muito segura no meu relacionamento, ele não será abalado por você.
As vezes acho que o mundo deveria ser como eu, as vezes acho que todos deveriam me repelir. Sou instável em certos momentos, não quero conversar em outros momentos. Você deve se afastar de mim quando fico nervosa, mas fique ao meu lado quando eu estiver triste, sorria comigo quando eu estiver feliz e compartilhe comigo o que você quer se ver livre. Eu sou uma ótima ouvinte.
Acho que é isso. Sou uma pessoa confusa submetida a constantes mudanças. Você pode gostar destas mudanças ou pode limitar-se a ficar longe de mim. Eu não sou o tipo de pessoa que aguenta falsidade, não sou o tipo de pessoa com quem você vai conseguir ser falso por muito tempo.
Ou você gosta de mim, ou me odeia... Ou simplesmente não me conhece.
Tem muito mais sobre mim... Mas eu ainda não descobri ou não lembrei agora. Só tenho dezessete anos, muita coisa ainda vai mudar."
Post curto, mas é isso ai, abraços o/
Coloquei Lorem Ipsum por que eu ADORO aquele texto em latim que não diz nada além de encher linguiça, por tanto o colocarei aqui. E acho um about bem válido mesmo, mas não digo que seja mais válido que algo REALMENTE escrito por mim e eu sei que ninguém lê, então foda-se.
"Cheguei num momento da minha vida em que eu percebo ser munida de uma quantidade de maturidade muito acima do que eu julgo realmente necessária. Eu tive que crescer muito rápido mentalmente, tive que aprender tudo, saber de tudo. Quanto mais informações, melhor.
Eu estou numa parte da minha vida em que eu percebi que pessoas não velem muito a pena, que você realmente pode ser cercado por pessoas, mas que no fim das contas... Os falsos vão te comer vivo, os que são indiferentes não vão se importar, e no final, só um, ou dois... Cinco se você for alguém de muita sorte realmente vão abaixar do seu lado e te ajudar a levantar do chão.
Sabe, há pouco tempo atrás algumas pessoas estragaram minha vida, me machucaram muito e ainda machucam, não vou mentir. Mas eu aprendi muito com isso e vou levar pelo resto da minha vida. Eu sei que coisas ruins vão acontecer com quem me fez mal, então estou tranquila.
Também aprendi que o amor é maneiro, mas é também um lixo, e pode simplesmente acabar totalmente com a sua vida, e que pessoas que acabam de começar a amar alguém, ou alguma coisa, são idiotas.
Eu cresço um pouco a cada dia, me conheço um pouco a cada dia, morro um pouco a cada dia, sorrio um pouco a cada dia... Bem que você podia parar de me jugar ai enquanto lê isso aqui e vir tentar me conhecer um pouco também. Sério, eu sou legal pra caramba... Só não quero mais ser machucada por ninguém, isso é tão ruim?
Definição de 2011:
Essa é definitivamente a pergunta mais difícil de se responder, "quem sou eu", "sobre mim". Auto definição é difícil.
Ao mesmo tempo em que sou enérgica em minhas ações, no meu jeito de falar, eu sou tão tranquila quanto uma folha. Meus ideais são constantes como o curso de um rio, mas eventualmente sob circunstâncias específicas ele deve ser adaptado ao que está em volta, deve ser ligeiramente modificado. Seu destino será sempre o mesmo, mas as discrepâncias no caminho podem fazer-me demorar a chegar.
Tenho lá minhas manias, tenho meus jeitos... Tenho minhas barreiras. Não sou uma pessoa vulnerável, por mais que as vezes pareça. Não me importo com o que dizem de mim, eu sei bem quem sou. Não ligo pro que supõe da minha vida, eu a vivo e a conheço melhor que ninguém. Sou muito segura no meu relacionamento, ele não será abalado por você.
As vezes acho que o mundo deveria ser como eu, as vezes acho que todos deveriam me repelir. Sou instável em certos momentos, não quero conversar em outros momentos. Você deve se afastar de mim quando fico nervosa, mas fique ao meu lado quando eu estiver triste, sorria comigo quando eu estiver feliz e compartilhe comigo o que você quer se ver livre. Eu sou uma ótima ouvinte.
Acho que é isso. Sou uma pessoa confusa submetida a constantes mudanças. Você pode gostar destas mudanças ou pode limitar-se a ficar longe de mim. Eu não sou o tipo de pessoa que aguenta falsidade, não sou o tipo de pessoa com quem você vai conseguir ser falso por muito tempo.
Ou você gosta de mim, ou me odeia... Ou simplesmente não me conhece.
Tem muito mais sobre mim... Mas eu ainda não descobri ou não lembrei agora. Só tenho dezessete anos, muita coisa ainda vai mudar."
Post curto, mas é isso ai, abraços o/
05 junho 2013
O Fim da Espera
Ela esperou.
Claro que ela esperou, ela sempre esperou. Não pelo calor, não pela sensação, mas pela comodidade. Como, você deve se perguntar? Ela, em sua esplêndida magnitude e eterna indecisão, pensou ter descoberto que seu desejo era um simples laço. Seu coração lhe disse que o fardo de outrora talvez representasse hoje um alívio, mesmo que ainda próximo, ainda ao seu lado.
Eu não sei ao certo o que ela esperava, sendo realmente sincera. Se os resquícios de sua ingenuidade infantil realmente a levaram a crer que aquilo seria possível. Sua razão lhe disse antes, que não, que era ridículo, e por um tempo ela acreditou no certo. Na verdade. O problema foi quando ela achou que devia discordar daquilo. Foi quando ela pensou que havia uma possibilidade de contato.
"Pelos velhos tempos" murmurou a si mesma enquanto encarava um teto sem graça em meio aos seus devaneios. "Por que não dá pra simplesmente jogar tudo isso fora... Certo?"
"Errado." respondi.
Eu nunca gostei dela, ela me atrapalha e torna coisas simples em problemas tão intensos que sinto vontade de apertar seu pescoço e admirar enquanto a vida abandona seus olhos bondosos. Sua bondade é ridícula. Voltei então a falar, na esperança de enfiar algum juízo em sua tola cabeça.
"Por que você pensa em voltar pra perto de algo que te fez mal? Algo que não faz mais sentido perto de você? Por que você insiste em querer sentir dor?"
"Mas... Eu não acho que vou sentir dor..." replicou ela infantilmente. "Aquilo não me faria mal, esses dias passaram, agora é um novo dia, é um novo momento em nossas vidas, é uma nova oportunidade para..."
"Você perceber como você não era tão importante assim? Você assistir de perto como você passou? Como nenhum deles sente sua falta? Você acha que é coincidência não falarem mais com você? Não estão ocupados, não estão distraídos. Eles fizeram uma escolha."
"Mas... Eu também posso fazer uma escolha..."
"Não é uma escolha existente pra você. Você não tem esse direito, pare de querer tomar pra si coisas de que você abriu mão. Isso é patético e triste. Você é patética e triste."
"N-não! Veja... Eu só quero ter um pouco do que eu tinha antes..."
"Veja você." Disse ríspida segurando-a pelo braço e encarando-a com toda fúria que me consumia graças a sua débil teimosia "O que você tinha antes agora é um passado distante. O que você tinha antes se foi, está morto pra você. Sua implicância com o passado me enoja e irrita, eu estou simplesmente cansada de ter que perder o meu tempo dizendo coisas óbvias pra você, criatura estúpida, mas sabemos que isso é necessário por que dependemos uma da outra. Então entenda. Agora você tem outra vida, outras pessoas, outras preocupações, e sua estupidez crônica só nos atrasa. O que mais vale pra você? Sentar e lamentar um passado morto ou olhar pra frente e cuidar do que você tem? Quem vai cuidar do que existe agora? Nós duas sabemos e sempre soubemos que estamos sozinhas boa parte do tempo, agora esse tempo é menor, o meu tempo com você é menor, mas se você continuar agindo dessa forma, esse tempo voltará a ser extenso... E eu sei que você não quer ficar sozinha comigo tanto quanto eu não quero ficar com você."
"Você sabe o quanto foi importante... Pra nós duas..."
Foi inegavelmente importante, não sou hipócrita. Mas passou. Mesmo assim, depois dessa conversa ela continuou esperando tolamente pra que seu desejo se realizasse. Ela tentou, esperou, achou que daria certo. Até que ela recebeu a punhalada.
Foi divertido observá-la sangrar e tombar inerte, ficando no chão por um tempo ao ver que seus temores se concretizaram. Mas eu pude ver em seus olhos o desdém instalado. Ela não queria que aquilo tivesse acontecido, mas aconteceu. Ela desejava o melhor, desejava coisas boas... A mesma ladainha de sempre, e eu sabia que essa tênue convicção tombaria em breve. Infelizmente a dor dela me afeta um pouco, mas me anima. Ela acordou. Ela finalmente se viu livre do delírio patético que tinha. O resto de sua ingenuidade e confiança escorrendo por entre seus dedos pálidos. Seu corpo deixou de se mover. Ela não está permanentemente morta, muito pelo contrário, ela só está temporariamente apagada.
Nesse momento apenas me sentei e a observei de cima, ali, triste e jogava no chão sobre uma poça de sangue. Ela parou de esperar que a vida fosse a coisa meiga e harmoniosa que ela achou que fosse. Ela parou de esperar que seria para sempre lembrada como alguém incrível e única. Ela desistiu de acreditar que era tão importante pra pessoas que não a procuravam.
Ela finalmente aceitou que o que havia às suas costas jamais a alcançaria de novo. Eu vejo em seu rosto pálido encostado no chão, um sorriso débil manchado de vermelho.
O fim da espera a fez ver que ela estava finalmente livre.
E ela começaria então a olhar apenas pra frente.
Claro que ela esperou, ela sempre esperou. Não pelo calor, não pela sensação, mas pela comodidade. Como, você deve se perguntar? Ela, em sua esplêndida magnitude e eterna indecisão, pensou ter descoberto que seu desejo era um simples laço. Seu coração lhe disse que o fardo de outrora talvez representasse hoje um alívio, mesmo que ainda próximo, ainda ao seu lado.
Eu não sei ao certo o que ela esperava, sendo realmente sincera. Se os resquícios de sua ingenuidade infantil realmente a levaram a crer que aquilo seria possível. Sua razão lhe disse antes, que não, que era ridículo, e por um tempo ela acreditou no certo. Na verdade. O problema foi quando ela achou que devia discordar daquilo. Foi quando ela pensou que havia uma possibilidade de contato.
"Pelos velhos tempos" murmurou a si mesma enquanto encarava um teto sem graça em meio aos seus devaneios. "Por que não dá pra simplesmente jogar tudo isso fora... Certo?"
"Errado." respondi.
Eu nunca gostei dela, ela me atrapalha e torna coisas simples em problemas tão intensos que sinto vontade de apertar seu pescoço e admirar enquanto a vida abandona seus olhos bondosos. Sua bondade é ridícula. Voltei então a falar, na esperança de enfiar algum juízo em sua tola cabeça.
"Por que você pensa em voltar pra perto de algo que te fez mal? Algo que não faz mais sentido perto de você? Por que você insiste em querer sentir dor?"
"Mas... Eu não acho que vou sentir dor..." replicou ela infantilmente. "Aquilo não me faria mal, esses dias passaram, agora é um novo dia, é um novo momento em nossas vidas, é uma nova oportunidade para..."
"Você perceber como você não era tão importante assim? Você assistir de perto como você passou? Como nenhum deles sente sua falta? Você acha que é coincidência não falarem mais com você? Não estão ocupados, não estão distraídos. Eles fizeram uma escolha."
"Mas... Eu também posso fazer uma escolha..."
"Não é uma escolha existente pra você. Você não tem esse direito, pare de querer tomar pra si coisas de que você abriu mão. Isso é patético e triste. Você é patética e triste."
"N-não! Veja... Eu só quero ter um pouco do que eu tinha antes..."
"Veja você." Disse ríspida segurando-a pelo braço e encarando-a com toda fúria que me consumia graças a sua débil teimosia "O que você tinha antes agora é um passado distante. O que você tinha antes se foi, está morto pra você. Sua implicância com o passado me enoja e irrita, eu estou simplesmente cansada de ter que perder o meu tempo dizendo coisas óbvias pra você, criatura estúpida, mas sabemos que isso é necessário por que dependemos uma da outra. Então entenda. Agora você tem outra vida, outras pessoas, outras preocupações, e sua estupidez crônica só nos atrasa. O que mais vale pra você? Sentar e lamentar um passado morto ou olhar pra frente e cuidar do que você tem? Quem vai cuidar do que existe agora? Nós duas sabemos e sempre soubemos que estamos sozinhas boa parte do tempo, agora esse tempo é menor, o meu tempo com você é menor, mas se você continuar agindo dessa forma, esse tempo voltará a ser extenso... E eu sei que você não quer ficar sozinha comigo tanto quanto eu não quero ficar com você."
"Você sabe o quanto foi importante... Pra nós duas..."
Foi inegavelmente importante, não sou hipócrita. Mas passou. Mesmo assim, depois dessa conversa ela continuou esperando tolamente pra que seu desejo se realizasse. Ela tentou, esperou, achou que daria certo. Até que ela recebeu a punhalada.
Foi divertido observá-la sangrar e tombar inerte, ficando no chão por um tempo ao ver que seus temores se concretizaram. Mas eu pude ver em seus olhos o desdém instalado. Ela não queria que aquilo tivesse acontecido, mas aconteceu. Ela desejava o melhor, desejava coisas boas... A mesma ladainha de sempre, e eu sabia que essa tênue convicção tombaria em breve. Infelizmente a dor dela me afeta um pouco, mas me anima. Ela acordou. Ela finalmente se viu livre do delírio patético que tinha. O resto de sua ingenuidade e confiança escorrendo por entre seus dedos pálidos. Seu corpo deixou de se mover. Ela não está permanentemente morta, muito pelo contrário, ela só está temporariamente apagada.
Nesse momento apenas me sentei e a observei de cima, ali, triste e jogava no chão sobre uma poça de sangue. Ela parou de esperar que a vida fosse a coisa meiga e harmoniosa que ela achou que fosse. Ela parou de esperar que seria para sempre lembrada como alguém incrível e única. Ela desistiu de acreditar que era tão importante pra pessoas que não a procuravam.
Ela finalmente aceitou que o que havia às suas costas jamais a alcançaria de novo. Eu vejo em seu rosto pálido encostado no chão, um sorriso débil manchado de vermelho.
O fim da espera a fez ver que ela estava finalmente livre.
E ela começaria então a olhar apenas pra frente.
05 fevereiro 2013
Saúde.
Isso é algo engraçado pra mim. Por muito tempo eu fui muito saudável. Não por tipo "omg omg tenho que ser saudável mimimi", mas por que eu realmente gosto de coisas saudáveis. Alimentos, alguns esportes. Eu só odeio andar e correr sem motivo, mas sempre adorei jogar futebol, fazer jump (ginástica com um trampolim e tal, é loco) e coisas do tipo. Mas ai eu parei de fazer acm e fiquei só na alimentação saudável. Tava tudo bem e tal, até 2011.
Todo mundo que me conhece já tá careca de saber o lixo monumental que foi meu 2011, esse não é o ponto. O ponto é simplesmente o resultado desse ano nos meus hábitos alimentares. Que deixaram de existir. Passei praticamente o ano inteiro sem almoçar ou jantar direito, vivi numa dieta à base de Coca-Cola e H2OH! e eventualmente eu comia um X-Salada. O motivo é simples: Quando fico nervosa eu tenho enjoo. Um enjoo intenso que me impede de comer. Passei o ano nervosa, passei o ano enjoada, passei o ano sem comer. Ai veio minha gastrite e minha anemia.
Todo bom gordinho ou ex-gordinho que já tentou emagrecer sabe como é difícil pra caralho mudar uma rotina alimentar, por isso passei também o meu 2012 me alimentando porcamente (eu não faço ideia de como continuo viva, ou como não desmaiei por ai). Já cheguei a passar o dia inteiro sem comer, tomei só um refrigerante e ficou tudo "certo". Todo mundo brigou comigo por causa dos meus hábitos, mas eu pouco me fodi para todos os comentários como eu costumo fazer ao falarem da minha saúde.
Mas ai chegou esse ano. Esse ano/final do ano passado deu uma melhorada. Eu passei a andar mais já que vivo indo pra Santo André/São Caetano, e acabei desenvolvendo o bizarro e quase esquecido hábito de comer alguma coisa. Não confundam nem nada, não virei a saúde em pessoa, eu to escrevendo isso enquanto tomo Coca-Cola e ainda não comi nada hoje.
Bom. Acontece que esse ano é o primeiro em muito tempo em que na virada eu não tentei prometer nada pra mim mesma... Com relação à mim mesma. Eu tava ocupada aquela hora, é. E ai começou o ano e eu mudei algumas coisas na minha vida. Uma delas foi evitar escadas rolantes. Não parece ser grande coisa, mas cara, tem muita escada daqui até Santo André (e vice-versa) se você for de trem/metrô. E não é grande coisa mesmo, mas é um começo. Eu tenho andado mais. Muito, muito mais. O que tá difícil por que eu acho que desenvolvi algum problema respiratório, por que quando me esforço demais eu sinto uma dor tensa no peito e não consigo encher os pulmões pra respirar... Enfim.
Além disso eu acho que desenvolvi o hábito de tomar café da manhã. Há um claro culpado por isso, o culpado sabe BEM quem é. Ai eu acordo e como uma tigela ignorante de cereal radical, ou tomo um pouco de suco... Ou só bebo refrigerante pra depois comer alguma coisa. Eventualmente eu almoço também.
Então, basicamente, DO NADA eu decidi inconscientemente me tornar menos negligente com a minha saúde. Talvez isso me possibilite passar dos 25. * Otimista *
Sei lá, eu espero que continue assim. Agora eu meio que tenho um motivo pra viver, então... Viver seria bacana.
Até mais, fantasmas. :3
Todo mundo que me conhece já tá careca de saber o lixo monumental que foi meu 2011, esse não é o ponto. O ponto é simplesmente o resultado desse ano nos meus hábitos alimentares. Que deixaram de existir. Passei praticamente o ano inteiro sem almoçar ou jantar direito, vivi numa dieta à base de Coca-Cola e H2OH! e eventualmente eu comia um X-Salada. O motivo é simples: Quando fico nervosa eu tenho enjoo. Um enjoo intenso que me impede de comer. Passei o ano nervosa, passei o ano enjoada, passei o ano sem comer. Ai veio minha gastrite e minha anemia.
Todo bom gordinho ou ex-gordinho que já tentou emagrecer sabe como é difícil pra caralho mudar uma rotina alimentar, por isso passei também o meu 2012 me alimentando porcamente (eu não faço ideia de como continuo viva, ou como não desmaiei por ai). Já cheguei a passar o dia inteiro sem comer, tomei só um refrigerante e ficou tudo "certo". Todo mundo brigou comigo por causa dos meus hábitos, mas eu pouco me fodi para todos os comentários como eu costumo fazer ao falarem da minha saúde.
Mas ai chegou esse ano. Esse ano/final do ano passado deu uma melhorada. Eu passei a andar mais já que vivo indo pra Santo André/São Caetano, e acabei desenvolvendo o bizarro e quase esquecido hábito de comer alguma coisa. Não confundam nem nada, não virei a saúde em pessoa, eu to escrevendo isso enquanto tomo Coca-Cola e ainda não comi nada hoje.
Bom. Acontece que esse ano é o primeiro em muito tempo em que na virada eu não tentei prometer nada pra mim mesma... Com relação à mim mesma. Eu tava ocupada aquela hora, é. E ai começou o ano e eu mudei algumas coisas na minha vida. Uma delas foi evitar escadas rolantes. Não parece ser grande coisa, mas cara, tem muita escada daqui até Santo André (e vice-versa) se você for de trem/metrô. E não é grande coisa mesmo, mas é um começo. Eu tenho andado mais. Muito, muito mais. O que tá difícil por que eu acho que desenvolvi algum problema respiratório, por que quando me esforço demais eu sinto uma dor tensa no peito e não consigo encher os pulmões pra respirar... Enfim.
Além disso eu acho que desenvolvi o hábito de tomar café da manhã. Há um claro culpado por isso, o culpado sabe BEM quem é. Ai eu acordo e como uma tigela ignorante de cereal radical, ou tomo um pouco de suco... Ou só bebo refrigerante pra depois comer alguma coisa. Eventualmente eu almoço também.
Então, basicamente, DO NADA eu decidi inconscientemente me tornar menos negligente com a minha saúde. Talvez isso me possibilite passar dos 25. * Otimista *
Sei lá, eu espero que continue assim. Agora eu meio que tenho um motivo pra viver, então... Viver seria bacana.
Até mais, fantasmas. :3
28 dezembro 2012
Feliz aniversário, blog.
Um ano.
Faz um ano que eu, desiludida da vida e desprovida de bons sentimentos, iniciei esse blog.
No final do ano passado toda minha vida ruiu diante de meus olhos. Tudo o que eu tinha foi perdido, todos os medos se cumpriram, tudo o que eu tinha se esfarelou e escorreu entre meus dedos pálidos até serem carregados pelo vento... Pra muito longe de mim.
Me destruíram. Cada pedaço quebrado de mim foi moído e pisado, e no final... Eu não tinha nada... Bom. Eu tinha apenas uma coisinha bem pequena que eu recuperei de um caco da minha alma. Um resquício de esperança, coisa que eu admito que nunca usei, então por isso deve ter sobrado.
Peguei esse pedaço e fiz um pingente com ele, colocando no pescoço e suspirando pesadamente... Quando tomei uma decisão que agora muito me agrada. Me sentei diante do computador... E fiz um blog. Meu objetivo era comentar como seria esse ano e tudo mais. O criei desacreditada, nunca consegui manter um "diário" nem nada disso. Era mais um desabafo desprovido de fundamento ou relevância.
Então... Com minha esperançazinha... Eu escrevi a seguinte frase.
"Agora faltando três dias pro melhor ano da minha vida"
Admito que minhas expectativas pra esse ano... Desandaram. Mas isso não quer dizer que foi ruim. Aquela postagem curta que eu fiz há exatamente 365 dias me deu uma coragem pra suspirar e me erguer novamente. Apesar dos, metafóricos, ferimentos e injúrias que eu carregava, eu consegui passar. E iniciei o ano jogando Zelda, que é um dos meus amores. Sei lá, deu certo pra mim.
Esse ano eu perdi uma coisa. Era a coisa mais importante da minha vida, até esse ano. Eu a perdi três vezes, pra ser bem sincera. Na terceira vez, a coisa me perdeu. E eu... Não me importei. Só decidi seguir em frente. Por que eu finalmente estava bem. Levei oito meses, mas fiquei bem. E então eu decidi me permitir a felicidade uma vez mais.
Sei lá, eu acho que tenho o direito de ser feliz, sabe? Ok, sou uma pessoa horrível e sádica, estou aguardando a sentença de muita gente, mas... Eu não faço mal pra ninguém, só sou um monstro por dentro... Ha, ha.
Agora, depois de todo esse tempo que se passou... Eu encaro novamente a mesma situação. Me comparei comigo mesma na mesma época... E cara, eu estou bem. Me sinto bem, me sinto completa por mim, me sinto segura, me sinto... Viva. Eu me recuperei. Ainda tem sequelas, sempre tem, mas nada que me impeça de viver.
Então... E agora? Será que, novamente, está faltando três dias pro melhor ano da minha vida?
Agora está tudo bem, mas a vida é uma vadia invejosa e traiçoeira que vai tentar me acertar por onde mais dói. E eu sei o que mais dói, meu bem mais precioso... E ele está protegido. Por mim. Por que eu me sinto forte o suficiente pra me enfiar na frente de todos os tiros da vida e sobreviver. (metaforicamente, claro. A Mika não é à prova de balas! Leia o manual!)
Então... O que eu espero desse ano? Eu espero que eu seja feliz. Só isso. Quero ser feliz. Se as pessoas importantes pra mim quiserem ser felizes comigo será ÓTIMO... Mas não dependo de ninguém pra ser feliz. Não quero depender de ninguém pra isso. Eu me faço feliz, e quem está perto é um bônus. Eu agora sei que já estou completa. Sempre estive.
Você não vai me completar... Mas podemos seguir juntos se você quiser. Seria uma honra ter pessoas incríveis me acompanhando nessa jornada bizarra e cretina que é a vida... Então...
Faz um ano que eu, desiludida da vida e desprovida de bons sentimentos, iniciei esse blog.
No final do ano passado toda minha vida ruiu diante de meus olhos. Tudo o que eu tinha foi perdido, todos os medos se cumpriram, tudo o que eu tinha se esfarelou e escorreu entre meus dedos pálidos até serem carregados pelo vento... Pra muito longe de mim.
Me destruíram. Cada pedaço quebrado de mim foi moído e pisado, e no final... Eu não tinha nada... Bom. Eu tinha apenas uma coisinha bem pequena que eu recuperei de um caco da minha alma. Um resquício de esperança, coisa que eu admito que nunca usei, então por isso deve ter sobrado.
Peguei esse pedaço e fiz um pingente com ele, colocando no pescoço e suspirando pesadamente... Quando tomei uma decisão que agora muito me agrada. Me sentei diante do computador... E fiz um blog. Meu objetivo era comentar como seria esse ano e tudo mais. O criei desacreditada, nunca consegui manter um "diário" nem nada disso. Era mais um desabafo desprovido de fundamento ou relevância.
Então... Com minha esperançazinha... Eu escrevi a seguinte frase.
"Agora faltando três dias pro melhor ano da minha vida"
Admito que minhas expectativas pra esse ano... Desandaram. Mas isso não quer dizer que foi ruim. Aquela postagem curta que eu fiz há exatamente 365 dias me deu uma coragem pra suspirar e me erguer novamente. Apesar dos, metafóricos, ferimentos e injúrias que eu carregava, eu consegui passar. E iniciei o ano jogando Zelda, que é um dos meus amores. Sei lá, deu certo pra mim.
Esse ano eu perdi uma coisa. Era a coisa mais importante da minha vida, até esse ano. Eu a perdi três vezes, pra ser bem sincera. Na terceira vez, a coisa me perdeu. E eu... Não me importei. Só decidi seguir em frente. Por que eu finalmente estava bem. Levei oito meses, mas fiquei bem. E então eu decidi me permitir a felicidade uma vez mais.
Sei lá, eu acho que tenho o direito de ser feliz, sabe? Ok, sou uma pessoa horrível e sádica, estou aguardando a sentença de muita gente, mas... Eu não faço mal pra ninguém, só sou um monstro por dentro... Ha, ha.
Agora, depois de todo esse tempo que se passou... Eu encaro novamente a mesma situação. Me comparei comigo mesma na mesma época... E cara, eu estou bem. Me sinto bem, me sinto completa por mim, me sinto segura, me sinto... Viva. Eu me recuperei. Ainda tem sequelas, sempre tem, mas nada que me impeça de viver.
Então... E agora? Será que, novamente, está faltando três dias pro melhor ano da minha vida?
Agora está tudo bem, mas a vida é uma vadia invejosa e traiçoeira que vai tentar me acertar por onde mais dói. E eu sei o que mais dói, meu bem mais precioso... E ele está protegido. Por mim. Por que eu me sinto forte o suficiente pra me enfiar na frente de todos os tiros da vida e sobreviver. (metaforicamente, claro. A Mika não é à prova de balas! Leia o manual!)
Então... O que eu espero desse ano? Eu espero que eu seja feliz. Só isso. Quero ser feliz. Se as pessoas importantes pra mim quiserem ser felizes comigo será ÓTIMO... Mas não dependo de ninguém pra ser feliz. Não quero depender de ninguém pra isso. Eu me faço feliz, e quem está perto é um bônus. Eu agora sei que já estou completa. Sempre estive.
Você não vai me completar... Mas podemos seguir juntos se você quiser. Seria uma honra ter pessoas incríveis me acompanhando nessa jornada bizarra e cretina que é a vida... Então...
Savvy?
04 dezembro 2012
A verdade sobre a vida
A vida é uma vadia impiedosa, temperamental, invejosa, sádica, cretina, egoísta e mais um monte de adjetivos que não é muito legal de por aqui. É um blog que família...
... Só que não.
Cara, sério. Acho que o que eu mais faço é dizer o quão cretina a vida é com as pessoas. Sério. Até comigo. Minha vida está em um ápice de felicidade e alegria, tudo perfeito, maravilhoso. Estou realmente feliz. E volta e meia ela ainda vem me dar um pescotapa e dizer "Lembre-se, eu te odeio, tá? Não fique muito confiante".
Mas eu seria hipócrita se negasse a frase "há males que vem para o bem". Há males que vem pra foder, claro, incontestável. Tipo Titanic. Me diz que coisa boa veio pra galëre que morreu? Nada, só morreram congelados, assustados, tristes e ferrados. Só isso. Não foi bonito, não foi feliz. Só foi trágico.
Voltando ao assunto. Ano passado eu reclamei de tudo na minha vida por culpa de um cisco insignificante que ferrou com tudo, certo? Imagino que vocês, fantasmas, se recordem de meu drama passado. Mas eu cheguei num ponto em que eu consigo olhar pra trás e suportar pensar a respeito... E eu concluí que se eu pudesse voltar no tempo AGORA e mudar um único detalhe... Eu não mudaria.
Incrível, não? Seria apenas eu impedir duas pessoas de fazer sexo há uns quase 19 anos atrás e tudo seria resolvido. Só que o problema é que eu não quero mudar meu presente. Veja bem, eu tenho um grupo de cretinos amigos que eu amo muito, que estão sempre ao meu lado e se importam comigo. Estou de boa com a minha família. To de boa com a faculdade. Tenho um namorado perfeito, incrível e maravilhoso que eu amo de forma irresponsável e sem noção...
E eu não abriria mão de nenhum deles mudando meu passado.
Por que eu realmente estou feliz onde e como estou.
Então eu penso que mesmo a vida tendo posto aquele infeliz no meu caminho, ele tendo destruído meu ano passado inteiro com sucesso... E quase metade desse ano pela ressaca dos danos... Eu não mudaria isso. Claro, se eu pudesse matá-lo no presente eu o faria (se houvesse uma forma de fazer isso e não ser presa, culpada, etc) mas eu não quero NUNCA correr o risco... De perder o que eu tenho. Por nada nesse mundo.
Se eu aguentei passar por aquilo e chegar até aqui, pra que mudar? Vai que aquilo realmente foi necessário pra me fortalecer ou qualquer merda de auto-ajuda que digam sobre tragédias na vida? Eu não duvido disso, de verdade. Eu só quero aproveitar tudo antes da vida tirar meu chão de novo. A única coisas que eu tenho certeza que tenho mesmo são meus amigos. Eles estão sempre do meu lado... E no grupo "amigos" está a pessoa que detém todo meu amor, claro. São minhas pequenas e delicadas certezas que eu protejo com todo meu coração.
Sei lá, viver e ir pra frente, com o olho no futuro sem esquecer do passado pra não repetir merdas no presente, e é assim que se vive. Vamos lá então.
25 novembro 2012
Koi no yokan
Nesse último mês, muita coisa mudou.
Eu decidi muitas coisas, quis mudar realmente e encontrei no meio do caminho algo tão incrível e poderoso que mal posso descrever com precisão. Decidi abraçar a mudança e acompanhá-la contente, afinal, mudanças não podem ser tão ruins.
![]() |
| Aquele momento em que você vê alguém e seu coração bate um pouco mais devagar, e por alguns momentos... Você não é capaz de dizer nada, mas você sabe exatamente o que está acontecendo. |
E foi ai que me surpreendi. A mudança em questão só ficava melhor, só me dava felicidade, cada vez mais sorrisos, cada vez mais alegria, cada vez mais forte... E por mais que eu achasse que podia tudo dar errado... O pouco que deu errado em volta foi reparado gentilmente por isso. Tudo foi dando cada vez mais certo, ficando cada vez melhor.
Depois de um ano de puro caos em sua forma mais forte e agressiva, um abraço morno e confortável me envolveu e me manteve perto... Em troca apenas de sorrisos, risos, felicidade... E então eu percebi que por mais que a vida seja uma cretina maldita e sem coração, e por mais que eu sei que ela vá tentar ferrar com essa coisa incrível que agora eu tenho...
Eu vou me enfiar na frente de tudo o que vier e vou proteger essa mudança custe o que custar. Por que eu não quero perder seu sorriso de vista, não quero perder seus carinhos estranhos, não quero continuar sem seu abraço apertado ou seus hábitos peculiares para comigo.
Eu decidi cuidar disso com toda a vontade, por que eu se que eu posso me machucar, me ferir e cair no meio do caminho... Mas eu sei também que em todos esses momentos ele vai me ajudar a levantar e cuidar de mim, e eu estarei ao lado dele fazendo a mesma coisa.
Eu amo muito, e por mais que apenas 31 dias tenham se passado desde que isso começou... Parece que eu te conheço há muito, muito tempo.
Obrigada, de verdade, por me inspirar e me fazer feliz... Me motivando a sorrir mesmo longe de mim.
You are perfect.
03 novembro 2012
Mudanças
"This was no accident, this was a therapeutic chain of events"
Há quanto tempo, não? Eu sei que sempre digo que escreverei mais e tal. Mas eu minto, whatever.
O trecho da música "Camisado" da minha banda favorita* ali em cima é uma boa verdade sobre minha vida no momento. Deixe-me resumir.
Muito tempo e esforço foram investidos em algo que desde o ano passado devia ter parado, mas não tenho uma máquina do tempo, então foda-se. Um ano depois... Meio que exatamente, os envolvidos perceberam que era algo infrutífero e frustrante, por tal o projeto foi abandonado. E então começou mais uma série de mudanças. E eu odeio mudanças, muito.
Mas dessa vez eu gostei delas.
Meu objetivo era descansar, ficar tranquila, esperar e me concentrar em... Qualquer outra coisa. Sempre estive bem sozinha, sabe? Por muito tempo. E eu estava tranquila.
MAS! Nada saiu como planejado. Por que? Oh, eu explico por que. **
Vindo do nada, a wild ~pessoa~ appeared and used charm na Mika. And it was bloody effective.
Não quero ficar falando demais a respeito, mas... O que interessa é que eu estou bem. Porra, eu estou bem pra caralho. E isso é meio inédito depois de tanto tempo frustrada. Pois basicamente eu achei que eu estivesse lá em baixo, desmotivada e tudo mais... Trouxeram um pouco de calor pra minha vida e eu estou feliz e tenho expectativas.
Cara, odeio expectativas por que... Elas fodem. Quando não acontecem eu fico TÃO decepcionada que é difícil de acreditar. Eu não gosto de esperar nada de ninguém, eu me prometi que não confiaria em ninguém tão facilmente... Mas porra, não consigo muito controlar o que eu sinto ou a velocidade violenta com que cresce, mas tudo o que eu sei é que... Eu espero que dê certo, pelo menos uma vez na vida. Seria ótimo se desse certo, né?
Bom, por enquanto é isso, eu falo sozinha por que ninguém lê essa merda e eu não sei por que ajo como se um dia isso fosse acontecer...
Então pronto. E foda-se, eu estou feliz pra caramba.
* A banda é Panic! At The Disco.
** Eu não sei usar "por que" e realmente não me importo, não me encha.
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