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27 novembro 2014

Children From Broken Homes

Fazendo um post enquanto ouço Enya, tamanha minha infelicidade. Só to tentando ficar calma.

* Inspira e expira *

Quero desabafar. Começando por pessoas que tem me irritado (sempre, né).

Pessoas que eu considerava  até descobrir que são machistas. Jesus eu to tão saturada que ó. Meninas que dizem coisas como "o feminismo começa depois dos 90kg" e "feminismo é falta de sexo" e o clássico "foi estuprada? se não estivesse bêbada/de roupa curta/na rua tarde/se oferecendo [?] isso não teria acontecido!" e etc etc etc. E cara, na boa, não sou obrigada, só não sou. Roleta do unfollow e se eu gostava demais de você eu só apago por que né? Eu definitivamente não sou obrigada.
Coxismo me irrita.

E o pior que tem me acometido ultimamente.

Acho que nunca realmente me abri sobre família e minhas dores de infância por que, hm, dói. Mas to tão chateada que foda-se.

Minha família (o círculo pai, mãe, madrasta, Batman etc) é uma merda. "Ain você não osama Bin Laden" cara, eu amo. E não amo. Eu me importo, basicamente. Mas não muito. E eu definitivamente não os ouço.
Uma das minhas maiores dores e frustrações na vida é justamente a sensação de abandono. Sim, eles estavam lá... Mas não estavam. E eu não gosto disso, eu me sinto sozinha há muito tempo. E ficar sozinha acaba me confortando por que minha verdades e força pra não me matar todas as vezes que senti vontade eu encontrei na solidão. Eu encontrei em mim e por mim. Então não os reconheço com carinho, me dói e me repele assustadoramente a ideia de abraçar qualquer um deles e eles retribuírem (por isso abraço meu pai, mas não deixo minha mãe me tocar. Ele ignora, ela não). Eu não quero aproximação deles, não consigo processar esse contato. A dor foi demais e eu só não quero lidar com ela, hn.
Então eu só vivo individualmente.
Quando meu pai casou de novo e a mulher dele veio morar com a gente ficou algo consideravelmente bacanazinho. Não a vejo como mãe nem nada do tipo, nem perto, mas, apesar de extremamente turbulento, era divertido. Alguém que não conviveu a vida toda comigo pra debater coisas aleatórias em casa ou pedir opinião em coisas que pais não ajudam (eu só não falo com eles).
E então em casa fica engraçado, brincadeiras e etc.
Ai eles brigam.
Ai todo mundo fica quieto e em seu canto e eu fico sozinha de novo.
É realmente horrível, de verdade. Quando você se acostuma com uma convivência e ela some. E tudo vira silêncio, tudo fica desagradável e solitário de novo. E eu me sinto mal por eles. Por que eu fico sozinha e aguento, mas ver meu pai destruindo relações continuamente e minha mãe também só me deixa ainda mais convicta de que ninguém realmente muda ou melhora. E o problema não foi ele ou ela. Foram os dois. Dois grandes culpados de personalidade forte e difícil.
E cara... Sei lá, isso me frustra num nível que mal consigo me expressar o suficiente. Por que isso inclusive mostra que não adianta nem me irritar com os dois... Por que só vai continuar. E se eu falar pra eles que estão agindo errado? Ah, quem sou eu pra dizer pra eles o que eles são?
Só acho isso meio deprimente.
Seria legal só não ter que passar por nada disso e ter uma família nuclear. Sei lá, mãe e pai convivendo em paz, juntos, gostando um do outro. Mas os meus não gostaram um do outro e mostram não serem capazes de gostar/conviver com mais ninguém por muito tempo.
Engraçado eles dizerem isso um do outro cheios de orgulho e convicção.
Sujo falando do mal lavado.
E falando isso pra mim, como se eu já não achasse isso patético o suficiente quando acontecia diretamente pelos dois no mesmo lugar e um com outro. Mesmo longe continuam a briga, passam pra mim... E não posso defender ninguém.

E ainda dizem que tá tudo bem entre eles, que eles lidam um com o outro muuuito bem.

Só queria que parasse. E é isso. sl

flw, chega de desabafo.

10 outubro 2014

Feel like bitching a 'lill bit.

Hey.

Então né.

To revoltada. - Pressiona os lábios em linha - Hm. To tipo, revoltada.

As pessoas sabem como sou, hm, perigosa.

Eu sou uma pessoa ruim, venenosa e vil. Quando provocam.

Hm. É.

Sei lá.

Tava pensando esses dias em montar um mural com fotos de antes e depois das pessoas que já me fizeram mal e eu chutei da minha vida. Pqp como ficaram feios, ninguém quer ficar feio que nem eles. E não foi um ou outro, foram todos.

Muito.

E tipo, cara, se eu mandei você se foder eu meeeeio que falei pra todas as pessoas que amo e com quem me importo que você não presta, é. E isso é tipo... * Contando nos dedos * ... umas 4 pessoas. É. Pra menos.

Então fica loooonge dessas quatro pessoas seu imbecil -.-

Não piora essa sua vidinha de merda com essa sua barriga de 9038409438 metros de circunferência enchendo meu saco, aparecendo na minha frente. Além de tudo você é feio, porra. -.-

Então, é. Só to puta. Cara, to puta. Tão puta que to pensando em cobrar. -.- nnn

Só queria que as pessoas fossem morar na África e morrer de Ebola. (ok que nem precisa ir tão longe assim, é).

Por que eu não posso matar, só incentivar o suicídio mostrando como você é babaca, patético e ninguém te ama. -.-

Então é isso. Some. :|

Sei lá. Hm.

É isso.

* Dando de ombros *

10 agosto 2014

Ahhhhhhhhhhh krl.

Então... Oi, tudo bem? Não sei por que ainda pergunto, na verdade. Oh well.

Fiquei, como de costume, um tempinho sem postar aqui. De novo. * Redundante *

Então vou só coisar o negóço.



Andei pensando na última coisa que postei no blog e tal, o pseudo-conto. É triste, é tão triste. Fico aborrecida com pessoas que estavam na minha vida e decidem sair assim. Não só sair e ir embora, mas por pra fuder na saída de forma que me tira do sério. Uns mentem, manipulam, se vitimizam e destroem, não só o meu coração, mas o de pessoas que eu amo muito e me importo do fundo desse músculo que bombeia sangue. Sem nenhum motivo. Outras, após eu ter pedido gentilmente para se retirarem de certos postos meus, se revoltam, ofendem, se vitimizam (isso é meio moda da infelicidade) e fazem ameaças... Até entendo nesse caso, quem nunca teve seu coração partido e fez ou disse coisas idiotas?

Mas uma coisa é dizer e fazer coisas idiotas pra mim, outra é fazer com quem eu amo. Ai é totalmente diferente.

E ai fodeu.

Recentemente o Sr. Indivíduo de umas postagens atrás do ano passado e tudo mais virou para o meu melhor amigo/namorado e falou groselhas. Ofendeu, ameaçou, tudo direcionado pra pessoa mais gentil, doce e calma do universo, uma das melhores pessoas do mundo desprovidas de malícia e maldade nas ações e coração. E foi e groselhou-o com suas palavras típicas do ~machão da net~ que ele é. Pois é.

Ai então você pensa, ó ilustríssima entidade cósmica, o que será que a Srta. Mican fez?

Eu podia: ter mandado mensagem, ligado pra ele, ido até a casa dele, ligado pros pais dele, registrado um B.O que procrastino desde fevereiro de fazer... Uma quantidade enorme de possibilidades.

Mas então decidi fazer algo mais sutil, sincero e gentil. Não direi o que é por aqui, claro. Mas como quem me conhece bem sabe, foi algo cruel, venenoso e vil. Mas eu não menti, ofendi ou inventei nada. Eu só ataquei como sempre ataco: com a verdade.

And geez the truth hurts.

Eu acho que vingança é algo que deve ser feito sempre com dignidade. Nunca minta, machuque ou invente, só mostre que você tem razão, empodeire-se da verdade e tenha do seu lado todo mundo, por que todo mundo verá que você tem razão.

And O M G am I right? (favor ler do jeito que a X-Lesb da Ramona fala no filme, grata)

E por falar em Scott Pilgrim, esse lance de Big Xs. Eu perco nisso, nem tenho. São o que? Um jovem bacana com quem compartilhei uns bons anos e agora seguiu a vida dele longe da minha, numa boa e sendo o cara legal que sempre foi e um pseudo-violento machinho da net que jura que suas palavras de ódio são alguma coisa, sendo que ele ainda mora com os pais e nunca trabalhou na vida? Nenhum dos dois é nem meio X. Um é "antigo namorado" e o outro é... Sei lá, um desperdício do meu tempo, basicamente.

Sou uma pessoa muito tranquila na minha, até mexerem com quem eu amo.

Quer ficar de boa comigo? Fica. Longe. De quem eu amo. Só isso, não faça mal. Trate bem essas pessoas e o mundo é seu, mas se alguma dessas pessoas ficar cabisbaixa por tua causa. Só some. Faça esse favor pra você mesmo.

05 julho 2014

A Moça, o Cara e o Rapaz

Ouvindo "Cotidiano" do Chico Buarque, gosto tanto.

E ai? Faz um tempo, nem lembro qual foi a última postagem. Pois bem.

Queria só contar uma história.



Era uma vez um Cara. Esse Cara parecia pequeno, frágil, gentil. Num momento de fragilidade a amizade entre esse cara e a Moça se aproximaram. Ele meio que estava mal, triste, havia perdido o então amor da sua vida. E do nada os dois ficaram próximos. "Aquele olhar", murmurou pra si mesma quando percebeu um brilho no olhar dele.

E então se tornaram amigos, riram, se divertiram e ele contou abertamente que sentimentos pela Moça haviam surgido. A Moça tinha seu par, que não importa pra história, e eles eram amigos também. "Tudo bem" ela murmurou. "Paixões de verão... Se bem que é outono. Bom, vai passar" resolveu.

O tempo passou e o rapaz que a tinha perdeu seu brilho pra ela. Nada demais, "A vida aconteceu" resolveu. E então ela e o rapaz começaram a brigar, cada vez mais frequentemente, e o Cara fazia era incentivar que a Moça se libertasse daquele caos. Ele tinha razão, foi um bom conselho, mas ela temia que não fosse uma preocupação doce de melhor amigo, e sim interesse.

"Talvez se ela estivesse sozinha" ele pensou "eu teria mais chances.". Pois bem. A Moça tratou de esclarecer que não havia como, não havia chance, eram incompatíveis e o desejava apenas como amigo e nada mais.

Ele ficou triste. Cuidava dela, estava ali pra ela, do lado dela e não ganhava uma chance de demonstrar o quanto seriam perfeitos juntos? Divertiam-se na companhia um do outro sempre, ela sorria com ele e ao vê-lo e vice-versa. "Somos perfeitos juntos" murmurou. "Ela terá que perceber" resolveu.

Tentava o máximo que podia enaltecê-la, estar lá, aparecer, falar, olhar e participar. Mas acontece que as chances que ele mal tinha foram sufocadas pelo excesso de tentativas. A Moça se aborreceu. Nunca quis e nunca quereria estar com ele como amores, só como amigos, e só. E sentia-se ofendida pelo excesso de tentativas por parte dele.

- Mas somos praticamente namorados, veja como andamos juntos e nos vemos sempre! Como nos damos bem e as pessoas acham que devíamos ficar juntos, se já não estivermos!

- Pois saiba - Retrucou irritada, mas sem perder a postura e o cuidado - Que não é só contigo que sou assim, somos amigos, assim trato meus amigos, e se for pra colocar que acham que estamos juntos por como somos tratarei de passar-lhe uma lista de todos com quem sou assim. Sabe que sou gentil com quem gosto, e não gosto apenas de ti, aceite.

É quase desnecessário registrar que os fatos que ela empurrava, pouco a pouco, o tiravam do sério e lhe comiam a paciência. "Ninguém é por ela como eu, ninguém a ama como eu" resmungava sozinho. Pois acontece que a Moça acabou por se apaixonar pelo melhor amigo de ambos. Rapaz esse com quem ela andava de braços dados, visitava em casa e ria tão reluzente quanto ria com o Cara. E ele devolveu o afeto, pouco a pouco, de seu jeito e do jeito dela. Tão sutil e tão certo, os dois felizes por terem se dado essa chance depois de dois anos de pura amizade.

Ele odiou, não admitiu na hora, mas odiou tudo sobre isso e fez com que a Moça evitasse falar disso e mostrar perto dele, para não fazer-lhe mal, por que ela o queria bem. Ele insultou-a e disse que não teria futuro, contou coisas que o Rapaz lhe dissera e pedira para que guardasse, traiu a ele. E orgulhou-se disso.

Mesmo sem admitir, talvez nem pra si mesmo, ele quis estragar. Tê-la só era melhor que tê-la com alguém. Ela era dele por direito, talvez. Mesmo que ela houvesse perdido a calma e o estivesse, tratando mal de tão sufocada que se sentia, ele ainda a queria só pra ele.

Mesmo quando alegou ter deixado de amá-la, disse que nunca a amou nesse último ano inteiro em que ele, mais de uma vez, jurou amor eterno.

Ele não soube o que sentir. Ou uma grande mentira, nunca tê-la amado e a ter iludido nisso e feito com que ela moldasse a própria vida para não fazer-lhe mal, ou ele mentir sobre ter parado. Qualquer uma era ruim e dolorosa, ela bem sabia. E nenhuma era algo que um amigo faria, ela bem sabia.

Até que ele decidiu tratá-la realmente mal.

Fez pouco do que dizia, tentou humilhá-la e ofendê-la diante de amigos, ofendeu-a diretamente, falou dela pelas costas, fez com que a Moça se sentisse mal. Até ela revelar que algo a fazia mal e ele abertamente deu de ombros e disse não se importar.

Então tudo caiu e ela se cansou.

A Moça o condenou ao exílio, e para lá ele foi.

Por mais que ela seja forte, que ela não tenha reagido da forma esperada, ainda se pega pensando e inventando diálogos que não vão acontecer. Sente-se mal, infeliz e irritada por, novamente, deixar alguém chegar perto o suficiente para apunhalá-la. Gostaria apenas que ele fosse, de fato, o garoto meigo, gentil e pequeno que parecia ser, e não o grande peçonhento egoísta que se mostrou.

O que mais a tranquiliza é saber que nunca deu à ele a chance que ele não merecia.

23 abril 2014

Perto do aniversário de novo.

Hey. :D

Então, esse ano tá estranho, então decidi fazer uma "marca" de como eu to.

Como muitos dos fantasmas já me ouviram comentar, eu mudei, e quero só registrar como, por que e quem sou agora num geral. Go!

Desde janeiro eu mudei minha postura, meu jeito de ver as coisas. Parei de repreender pessoas pelo que elas dizem de mim (os elogios). Eu não sei lidar com eles ou receber direito, mas gosto deles, sei lá, me sinto melhor. Em toda minha vida todo mundo era pressionado por mim pra não dizer nada, afinal, quando estou com alguém (coisa que foi minha realidade por cinco anos nonstop) eu JAMAIS trairia ou ficaria de gracejos com alguém. Os gracejos aconteceram outrora e a experiência me serviu pra coibir 100%, eu respeito mais que tudo a pessoa que está comigo e confio nela de coração. Isso não vai mudar.

Mas eu decidi parar isso um pouco, de "ter alguém comigo". Por que? Eu digo. A carga emocional alheia que carreguei por todo esse tempo meio que me fez finalmente cair com tudo nas minhas costas. A culpa, a dor e o ressentimento comigo mesma por "ter dado errado" ou "ele precisava de mim" me pressionaram contra o chão e eu meio que ainda to ali em baixo. Por que é difícil se sentir tranquila quando todas as pessoas (três) com quem me relacionei na história da minha vida, e uma que não, ameaçaram se matar por minha causa. Mais de uma vez. Então não, eu não me sinto bem e eu to com complexo de destruidora de pessoas. Por mais que não tenha coisa de "a culpa é só minha" em términos, na minha cabeça tem sim.

E dói. Então eu decidi estar emocionalmente independente, voltada pra mim, cuidando de mim e me ouvindo mais. É bom, de verdade, não sentir que eu PRECISO de alguém. Estar sozinha é bom, eventualmente me sinto só, admito. Lembro de besteiras do meu primeiro relacionamento, sorrio nostálgica, pela Donzela, como dói. Mas eu deixo pra lá, fazer o que? Já foi, vou em frente por que é o que tem. É difícil, mas eu voltei a ser a pessoa que abraça a realidade e continua a vida sendo pessimista e negativa, o que eu garanto que é maravilhoso, tudo que dá certo depois disso se torna TÃO ÉPICO, mais do que seria se eu fosse otimista ou realista.

Também mudei em gostos.

Mentira, eu não mudo nisso, mas comecei a gostar ainda mais de coisas e de admitir que sempre gostei de coisas. Sempre amei emocore, por mais que minha banda favorita (Panic! At The Disco) tenha sido taxada de emocore por ter surgido em 2006, eles não são. Mas eu sempre gostei de My Chemical Romance, Fall Out Boys e as musiquinhas tristes e dramáticas da época.

Menos Simple Plan, Simple Plan é um lixo.

Ai conheci bandas como Scape The fate, que não sou muito fã, mas tem umas que eu curto pra caramba. E conheci o novo amor da minha vida musical, Black Veil Brides. Que é emocore. Mesmo. Mas não é um "ain to mal vou me matar". Muito pelo contrário, é um "você não está só, isso não vai resolver nada, estamos aqui" e várias mensagens realmente bonitas de superação, apoio e tudo mais, afinal, o vocalista da banda sofreu muito na infância/adolescência e até mesmo na banda por causa de haters, então ele entende e deseja passar pros fãs um pouco de carinho e segurança pela música, e eu acho isso muito legal e as letras são boas, os músicos são bons. É uma ótima banda e emocore é maneiro.

Outra coisa foi eu admitir pra mim mesma que, mesmo eu amando do fundo do meu coração Rock de Led até Foo Fighters, não é meu estilo favorito. Nem emocore, calma.

Meu estilo musical favorito é indie.

Maxïmo Park, The Killers, Arctic Monkeys, The Kooks, Coldplay, Two Doors Cinema Club, etc, etc, etc são algumas das minhas bandas favoritas, e é tudo indie. Eu amo o ritmo, amo as letras, amo, amo, amo. E sou mais feliz ouvindo indie que ouvindo Rock, então mundo, lide com isso. Mas novamente: Eu amo Rock de paixão, mas não é meu favorito, é o segundo favorito seguido por emocore.

Comecei também a ver seriados diferentes, sai só de Bones e parei de depender de quem tava comigo pra assistir alguma coisa. Por recomendação dum amorzinho ai eu comecei a assitir Arrow, que é um PUTA dum seriado foda e que me lembra que DC >>>>>>>>>>>>>>>>> Abismo da morte >>>>>>>>>>> Marvel em profundidade de história e personagens fodas. Eu gosto da Marvel. No cinema. Fora disso é a DC ruleando tudo numa boa. E, por pressão dos meus dois BROS eu comecei a ver How I Met Your Mother.

HIMYM é um seriado tenso pra mim. Primeiro por que me disseram que eu sou a Robin, ainda mais com minha decisão de estar sozinha, focar na carreira, etc. Segundo pela relação Lily e Marshall, afinal, é um relacionamento de vida toda, só um com o outro desde sempre, então é nostálgico. Por isso às vezes eu fico mal assistindo. Mal por que penso demais em tudo e fico "hm". É o mesmo mal que sinto em Bones ou Friends às vezes, é foda. Mas não muda que é um seriado genial, genial mesmo. Tanto que pretendo comprar um terno pra jogar laser tag no Super Shopping e comprarei charutos e fumarei charutos. Só por que estarei de terno.

E cheguei ao final da quinta temporada de Supernatural com meu caçula, o que foi bacana. Tenho me aproximado mais do meu irmãozinho, até por que ele tá virando um guri tri. Então é legal. Jogamos Halo 4 juntos e foi maneiro por que ficamos nos matando já que ele destruiu meu Ghost, aquele pequeno cretino. Além de termos visto o começo dum anime juntos e ele ter ficado me mandando coisas no Twitter. Vou quebrar a cara das futuras namoradas dele, ele é legal demais pra elas. * Irmã ciumenta *

Comecei a jogar coisas que saem do meu normal por ai, sair do LoLzinho um pouco. Não totalmente, afinal, LoLzinho. Baixei Tera. Que roda por vinte minutos e fecha. Ai joguei um pouco de CoD com meu irmão (eca) antes do Halo 4. Não joguei os outros, mas não vou morrer tão cedo (vaso ruim não quebra) então jogarei os outros títulos de preferência com ele por que jogar sozinha é chato E EU SOU RUIM DEMAIS no controle, prefiro teclado, sdds.

Mas acho que as mudanças mais radicais foram na aparência.

Primeiro pintei meu cabelo de preto.


Depois eu comecei a usar batom por que, sei lá, tenho uma boca bonita. [?]
Ai eu decidi cortar um pouco, só a frente. 

Tava desbotando o preto de novo. :c
"Primeira vez" que usei, basicamente.
Aiiiiiii começou a putaria. Depois de passar a tintura que fica REALMENTE fixa no meu cabelo, eu comecei a olhar pra tesoura meio diferente, e ai eu decidi cortar um pouco a frente. 














Parece que tá curto, mas não tá. Na da esquerda ele tava solto e pra trás, e na segunda tava preso num rabo-de-cavalo. Nas duas meu cabelo tava passando da minha última costela, quase nos quadris. Tava comprido pra caralho. Então eu, acho que dois dias atrás, tava com meu cabelo liso por que sim e fui acertar a franja. 

Ai eu fiz isso. 


A diferença dessa pras outras é que: Essa é de ontem.
E meu cabelo realmente tá desse tamanho. Mesmo. 

Cortei, feliz, acho que todo mundo gostou. E sério, é bom mudar muito e não ficar feio nem nada do tipo, fico feliz com isso. Mesmo.

Mas não mudei só meu cabelo. Tenho meus óculos escuros sempre na mochila, peças de roupa novas, meu colar e minhas penas, além das minhas camisetas totalmente cortadas de forma maneirosa e minhas calças de estampas fodas, tipo a xadrez vermelha. 

E sei lá, tenho sido mais eu, não tenho medo de ser sincera com as pessoas, não tenho medo da sinceridade alheia, e como sempre, faço de tudo por quem se importa comigo. 

Outra coisa é que to viciada em GoT/ASOIAF por culpa do Sr. Torcai. Por que né, pouca coisa me diverte mais do que falar de Westeros, mesmo. É tão, tão, tão foda, épico e maneiro que não tem nem por onde dizer. Lerei os livros, óbvio. Só preciso passar no meu pai para buscar e lerei sem problema algum. Por que é foda, por que é maneiro principalmente tendo um amigo que realmente entende tanto de toda a série e fala com tanto carinho e empolgação \o/

E tenho comido menos, quando como. Não sou anoréxica nem nada, só... Voltei a ter preguiça de comer. -.-

Voltei a escrever regularmente minhas Fanfics e postar por ai, tenho desenhado... Até que bem, estou feliz com o que tenho produzido. E é isso ai.

Essa é quem eu sou no momento. E parando pra pensar nem to tão diferente assim, só mais bonita, sepá. 

E é isso o que importa. Eu estou bem com quem sou e por que sou, e na vida acho que é uma das coisas mais difíceis de se ter: amor próprio. 

E eu agradeço à tudo e todos que me tornaram quem eu sou, do fundo do meu coração.

Menos o cara de 2011, esse cara nunca será perdoado na vida. 



07 abril 2013

A vida, aquela vadia ingrata.

Sabe, eu fico pensando na vida e em como ela é estranha e pode mudar repentinamente, e percebo que ela não é algo em que se possa confiar.

Por que? Bom, é simples. Num dia você conhece uma pessoa. Vocês se apaixonam, conseguem ficar juntos e tudo é lindo, tudo é mágico. Você ama aquela pessoa com toda sua força, você faria de tudo por ela. E ela te ama também, você sabe disso. Ela cuida de você, fica do seu lado, faz de você a pessoa mais feliz do mundo. Até que tem uma briga ou outra, mas nunca nada grave. Você passa bons anos ao lado dela, e então um dia, as pequenas brigas fazem tudo virar um inferno, e as incontáveis juras de amor ao pé do ouvido são apenas um sonho distante, morno e delicado, longe da planíce gélida que é agora o seu relacionamento.
Aqueles momentos perfeitos. 
Chega num ponto que aqueles momentos deitados num gramado encarando um céu no fim da tarde deixam de ser lembrados, e tudo o que importa é toda e qualquer coisa negativa. Deixa de ser sobre cuidar, amar, dar amor e vira apenas possuir, isolar, questionar. Você quer tirar aquela pessoa do mundo por que tudo à sua volta parece uma ameaça. Qualquer um pode tirar aquela pessoa de você, e ela iria embora rindo sem se importar. Na sua cabeça, a pessoa está por um fio de te deixar. Então você se transforma num monstro possessivo e cego, que mais fere do que zela.

E então, todos os bons e iluminados momentos se tornam um nada. Menos carinho, mais brigas, menos conversas, mais ignorância, menos atenção, mais raiva. Deixa de ser bom, deixa de ser feliz. E então chega num ponto em que tudo o que era pra sempre se prova falso. Todas as expectativas são frustradas. Toda a felicidade que tiveram outrora cai e se estilhaça no chão como delicadas taças de cristal, e depois se transformam numa poeira carregada pelo vento.

As pessoas se cruzam num mercado, se veem. Olham para direções opostas, passam um pelo outro, ninguém diz nada. Se encontram na rua, talvez. Também se veem. Simplesmente continuam seu caminho. Mesmo compartilhando anos de sua vida, mesmo, talvez, conhecendo um ao outro melhor do que qualquer outra pessoa, mesmo tendo um dia tido a coisa mais bonita e forte... Acabou. Pois a vida tirou isso deles.

Não é como se a vida deles acabasse, as pessoas sempre seguem em frente, encontram outras pessoas, são felizes novamente. É o fluxo da vida, afinal. Mas a confiança que a vida tira. A fé que você teve um dia de "amor é para sempre" é desfeita. E por mais que depois você queria acreditar, queira muito por na cabeça que o amor pode sim ser eterno... Você lembra que a vida te bateu na cara da última vez que acreditou nisso.

E então a insegurança se torna maior, embora o novo amor seja forte feito diamante, aquela insegurança sempre vai ficar lá... "Se cansaram de mim uma vez, vão cansar de novo..." esse tipo de pensamento, a sensação de não ser o suficiente. A vida te dá um debuff pra você levar na cabeça. A insegurança da primeira falha.

Eu tenho essa insegurança, a carrego comigo. Mas eu confio, eu acredito e vou lutar por isso. Claro que sou insegura, a vida me odeia e gosta de tirar meu biscoito e chutar meu joelho. Mas eu confio naquela pessoa, eu confio que pode dar certo. Eu acredito de verdade nisso. Eu sou o tipo de pessoa que coloca todas as fichas numa só possibilidade, por que acho ridículo tentar mais de uma. E tudo o que eu tinha está nessa. Então, quem sabe, não seja algo duradouro? Duradouro será, mas... O que impede disso seguir até perder de vista, e os bons momentos não serem algo inicial, mas algo infindável.

Eu não sou uma pessoa otimista, eu não tenho esperança, eu não acredito em "pra sempre".

Mas no momento, eu quero acreditar. Eu quero que seja verdade. Eu espero pelo melhor.

E não vou me arrepender se der errado por que não vou deixar. Vou por no da vida antes que ela ponha no meu. q


É isso ai por hoje, um pequeno desabafo sobre isso, sei lá. Só pra constar, eu estava muito pensativa hoje. Até a próxima então, fastasminhas.

22 março 2013

The Birthday is Coming

Como muitos sabem, mas poucos se importam, meu aniversário está se aproximando. E numa velocidade inesperada, já que março tá quase no fim e eu nem vi isso acontecendo.



Por que eu decidi blogar a respeito disso... Bom, por que faz tempo que não posto e eu to pensando nisso. Eu to com dezoito agora (o que deixa pessoas boquiabertas por que eu virei a caçula de todos os grupos à que pertenço... Com breves exceções)e obviamente farei dezenove. E o que isso vai mudar na minha vida?

* Faz um arco-íris com as mãos *
Porra nenhuma! *-*

É uma idade tosca e inútil, é normal. Me sinto ainda tenho dezoito... Mentira, me sinto com fome e sono, não sinto nada relacionado a idade... Voltando. Eu não sinto nada diferente ou iminente... Não sei bem por que. Acho que é por que essa é a verdade.

Mas então. O pior disso tudo é a desmotivação pra tentar fazer qualquer coisa diferente no meu aniversário. Comemorar e tal. Eu não sei organizar uma festa pra mim e acho narcisismo, e também não vou combinar com as pessoas em algum lugar exótico por que dá errado e eu não tenho dinheiro [?] ai eu fico pensando... Não acho que eu vá comemorar meu aniversário... Mas ai vem o negócio de que sempre comemoram pra mim, me levam pra algum lugar e celebram minha vida alegremente. É legal, não vou mentir. E eu faço isso com as pessoas no aniversário delas q

Mas o ponto é que eu não sei planejar nada. É tipo um dentista que não consegue fazer uma obturação no próprio dente, é a Mika, aluna de Organização e Planejamento de Eventos... Que não sabe nem chamar as pessoas em casa pra pseudo-comemorar. q

Sei lá, só queria desabafar isso por que é estranho e tal. Post aleatório pros fantasmas que seguem... É isso ai.

13 janeiro 2013

Hoje não é um bom dia

Como o título já diz, hoje não é um bom dia.

Esse dia, agora, é uma dia ruim que eu devia ficar longe de tudo e todos, e eu só percebi depois que algo deu errado. E ainda tá dando errado enquanto eu escrevo... * Sigh *

Uma foto melancólica que eu tirei na estação outro dia... É uma paisagem legal pro momento.


É estranho por que escrever me acalma, eu recoloco minha cabeça em ordem. Eu não gosto mais desse dia, de verdade. Dia treze outrora significou algo tremendamente importante pra mim, mas esse não é mais o caso, rite? Então agora eu estou refletindo um pouco em outros tópicos.

Antes de qualquer coisa estou no meio de algo que é realmente difícil de acontecer, d'eu fazer. Eu fechei os meios de comunicação comigo. Bom, teria o orkut por causa da minha conta do Google... Mas né, Orkut. Ninguém vai atrás de mim lá. Então eu estou aqui com meu rosto ligeiramente úmido e quero discutir um pouco o tema do dia, né? Tomar as dores das pessoas.

Sabe, é válido e não é. Mas o negócio é que tomar as dores alheias gera uma porra duma reação em cadeia. Por que? Well, simples. Vamos usar nomes fantasia.

A Jenovéva brigou com o Getúlio por um cupcake. Mas no final das contas não tinha cupcake e tal, e ficou tudo certo. Mas a Leocócita achava que o cupcake devia ser do Getúlio, e então tomou suas dores pra conflitar com Jenovéva. Só que a Xenóbia (lê-se zenóbia, mas é com xis mesmo) não achou lega a Leocócita brigar com a Jenovéva, e então Xenóbia foi caçar assunto com Leocócita e a vida da Jenovéva ficou meio chata.

Mas por que a Jenovéva ficou estranha já que o problema tinha saído de suas mãos? Por que não é legal as pessoas que ela se importa brigando e tal... Mas esse é justamente o motivo da intromissão de Leocócita e Xenóbia. Então entramos numa reação em cadeia bizarra e desnecessária por que na verdade não precisava disso tudo.

Mas seres humanos são complicados. Você tomar as dores duma pessoa é um ato nobre e bonitinho, certo? Meh, não. É bonitinho, de verdade, mostra que a pessoa se importa com você o suficiente pra entrar em conflito com outra (indiferente do grau de importância das pessoas em questão). Mas não é necessário... Por que se as coisas fossem deixadas quietas haveria bem menos conflito e apenas uma pessoas ficaria chateada, ao invés disso a conta termina em uma pessoa chateada e duas irritadas, e talvez posteriormente, chateadas também. Isso é muita gente chateada.

Mas revendo, é meio difícil de você impedir alguém de tomar alguma atitude por você, por que afinal de contas, cada um decide o que vai fazer ou não com relação a quem quer que seja. E eu não sei usar crase, acho que "a quem" precisa de crase, mas não é esse o assunto, certo? Certo.

* Sigh *  Eu só não gosto de causar problemas, queria ficar de boa lá sem ninguém encher meu saco e sem que eu precise encher o saco de ninguém. Não quero problemas, não quero dar problemas, não quero ser o problema. Eu não to num momento da minha vida que eu suporto mais problemas, mais conflitos. Minha vida inteira foi um grande conflito, queria poder só suspirar profundamente e sorrir, mas nesse dia é difícil.

Esse dia tá cheio de energia negativa pesada e intensa. Não por minha culpa, mas puseram um peso tenso nesse dia, era um dia de grande importância que acabou por perder completa e totalmente seu significado por que a vida continua e os banhistas são como os carros, os jetskis são como as pessoas e as lanchas são como as motos... Não, pera.

Eu gosto de falar pra me acalmar, mas não dá agora, então eu escrevi. Não é um post válido nem nada, é mais um desabafo e minha opinião sobre um monte de coisas + um esforço mental pra criação ou pra lembrar de nomes estranhos e horríveis... E olha que eu nem usei Deuplécio.

Well, é isso. Até mais, fantasmas.

28 dezembro 2012

Feliz aniversário, blog.

Um ano.

Faz um ano que eu, desiludida da vida e desprovida de bons sentimentos, iniciei esse blog.

No final do ano passado toda minha vida ruiu diante de meus olhos. Tudo o que eu tinha foi perdido, todos os medos se cumpriram, tudo o que eu tinha se esfarelou e escorreu entre meus dedos pálidos até serem carregados pelo vento... Pra muito longe de mim.

Me destruíram. Cada pedaço quebrado de mim foi moído e pisado, e no final... Eu não tinha nada... Bom. Eu tinha apenas uma coisinha bem pequena que eu recuperei de um caco da minha alma. Um resquício de esperança, coisa que eu admito que nunca usei, então por isso deve ter sobrado.

Peguei esse pedaço e fiz um pingente com ele, colocando no pescoço e suspirando pesadamente... Quando tomei uma decisão que agora muito me agrada. Me sentei diante do computador... E fiz um blog. Meu objetivo era comentar como seria esse ano e tudo mais. O criei desacreditada, nunca consegui manter um "diário" nem nada disso. Era mais um desabafo desprovido de fundamento ou relevância.

Então... Com minha esperançazinha... Eu escrevi a seguinte frase.

"Agora faltando três dias pro melhor ano da minha vida"

Admito que minhas expectativas pra esse ano... Desandaram. Mas isso não quer dizer que foi ruim. Aquela postagem curta que eu fiz há exatamente 365 dias me deu uma coragem pra suspirar e me erguer novamente. Apesar dos, metafóricos, ferimentos e injúrias que eu carregava, eu consegui passar. E iniciei o ano jogando Zelda, que é um dos meus amores. Sei lá, deu certo pra mim.

Esse ano eu perdi uma coisa. Era a coisa mais importante da minha vida, até esse ano. Eu a perdi três vezes, pra ser bem sincera. Na terceira vez, a coisa me perdeu. E eu... Não me importei. Só decidi seguir em frente. Por que eu finalmente estava bem. Levei oito meses, mas fiquei bem. E então eu decidi me permitir a felicidade uma vez mais.

Sei lá, eu acho que tenho o direito de ser feliz, sabe? Ok, sou uma pessoa horrível e sádica, estou aguardando a sentença de muita gente, mas... Eu não faço mal pra ninguém, só sou um monstro por dentro... Ha, ha.

Agora, depois de todo esse tempo que se passou... Eu encaro novamente a mesma situação. Me comparei comigo mesma na mesma época... E cara, eu estou bem. Me sinto bem, me sinto completa por mim, me sinto segura, me sinto... Viva. Eu me recuperei. Ainda tem sequelas, sempre tem, mas nada que me impeça de viver.

Então... E agora? Será que, novamente, está faltando três dias pro melhor ano da minha vida?

Agora está tudo bem, mas a vida é uma vadia invejosa e traiçoeira que vai tentar me acertar por onde mais dói. E eu sei o que mais dói, meu bem mais precioso... E ele está protegido. Por mim. Por que eu me sinto forte o suficiente pra me enfiar na frente de todos os tiros da vida e sobreviver. (metaforicamente, claro. A Mika não é à prova de balas! Leia o manual!)

Então... O que eu espero desse ano? Eu espero que eu seja feliz. Só isso. Quero ser feliz. Se as pessoas importantes pra mim quiserem ser felizes comigo será ÓTIMO... Mas não dependo de ninguém pra ser feliz. Não quero depender de ninguém pra isso. Eu me faço feliz, e quem está perto é um bônus. Eu agora sei que já estou completa. Sempre estive.

Você não vai me completar... Mas podemos seguir juntos se você quiser. Seria uma honra ter pessoas incríveis me acompanhando nessa jornada bizarra e cretina que é a vida... Então...


Savvy?

04 dezembro 2012

A verdade sobre a vida

A vida é uma vadia impiedosa, temperamental, invejosa, sádica, cretina, egoísta e mais um monte de adjetivos que não é muito legal de por aqui. É um blog que família...

... Só que não.

Cara, sério. Acho que o que eu mais faço é dizer o quão cretina a vida é com as pessoas. Sério. Até comigo. Minha vida está em um ápice de felicidade e alegria, tudo perfeito, maravilhoso. Estou realmente feliz. E volta e meia ela ainda vem me dar um pescotapa e dizer "Lembre-se, eu te odeio, tá? Não fique muito confiante".
E essa é a vida. Fim.

Mas eu seria hipócrita se negasse a frase "há males que vem para o bem". Há males que vem pra foder, claro, incontestável. Tipo Titanic. Me diz que coisa boa veio pra galëre que morreu? Nada, só morreram congelados, assustados, tristes e ferrados. Só isso. Não foi bonito, não foi feliz. Só foi trágico.

Voltando ao assunto. Ano passado eu reclamei de tudo na minha vida por culpa de um cisco insignificante que ferrou com tudo, certo? Imagino que vocês, fantasmas, se recordem de meu drama passado. Mas eu cheguei num ponto em que eu consigo olhar pra trás e suportar pensar a respeito... E eu concluí que se eu pudesse voltar no tempo AGORA e mudar um único detalhe... Eu não mudaria. 

Incrível, não? Seria apenas eu impedir duas pessoas de fazer sexo há uns quase 19 anos atrás e tudo seria resolvido. Só que o problema é que eu não quero mudar meu presente. Veja bem, eu tenho um grupo de cretinos amigos que eu amo muito, que estão sempre ao meu lado e se importam comigo. Estou de boa com a minha família. To de boa com a faculdade. Tenho um namorado perfeito, incrível e maravilhoso que eu amo de forma irresponsável e sem noção... 

E eu não abriria mão de nenhum deles mudando meu passado.

Por que eu realmente estou feliz onde e como estou. 

Então eu penso que mesmo a vida tendo posto aquele infeliz no meu caminho, ele tendo destruído meu ano passado inteiro com sucesso... E quase metade desse ano pela ressaca dos danos... Eu não mudaria isso. Claro, se eu pudesse matá-lo no presente eu o faria (se houvesse uma forma de fazer isso e não ser presa, culpada, etc) mas eu não quero NUNCA correr o risco... De perder o que eu tenho. Por nada nesse mundo.

Se eu aguentei passar por aquilo e chegar até aqui, pra que mudar? Vai que aquilo realmente foi necessário pra me fortalecer ou qualquer merda de auto-ajuda que digam sobre tragédias na vida? Eu não duvido disso, de verdade. Eu só quero aproveitar tudo antes da vida tirar meu chão de novo. A única coisas que eu tenho certeza que tenho mesmo são meus amigos. Eles estão sempre do meu lado... E no grupo "amigos" está a pessoa que detém todo meu amor, claro. São minhas pequenas e delicadas certezas que eu protejo com todo meu coração.

Sei lá, viver e ir pra frente, com o olho no futuro sem esquecer do passado pra não repetir merdas no presente, e é assim que se vive. Vamos lá então. 

21 janeiro 2012

Quase fevereiro

Já estamos quase em fevereiro e as coisas ainda não estão voltadas pra um ano ideal. Vou pra faculdade, começo dia 6, mas estou com o receio do ano passado. Não quero conhecer ninguém, estou bem assim, mas imagino que eu vá conhecer.

Me disseram estar preocupados com o fato de que "as pessoas aprendem a beber e usar drogas na faculdade". Bom, minha geração aprendeu isso na escola (sad but true) e eu não me interesso por nada disso, só por álcool, mas bebo pouca coisa e em pequena quantidade e não gosto das bebidas fortes. Só algumas bem doces com gosto de frutas... Mas dá pra fazer coisas assim com água de coco no lugar do sakê, mas enfim.

Receio! Arg, como será? Eu vou fazer Hotelaria, não sei direito qual a grade de matérias e coisas assim. Mas espero que seja bom já que almejo a carreira na área de Turismo. Quero me formar e trabalhar logo só. 

To com medo de algumas coisas, como... Não me encaixar mais em determinadas coisas. Mas isso saberei com o tempo. Meu coração quer, mas meu corpo não acompanha o desejo. Isso tá me deixando tensa.

E é isso ai, até mais.