Hey.
Então né.
To revoltada. - Pressiona os lábios em linha - Hm. To tipo, revoltada.
As pessoas sabem como sou, hm, perigosa.
Eu sou uma pessoa ruim, venenosa e vil. Quando provocam.
Hm. É.
Sei lá.
Tava pensando esses dias em montar um mural com fotos de antes e depois das pessoas que já me fizeram mal e eu chutei da minha vida. Pqp como ficaram feios, ninguém quer ficar feio que nem eles. E não foi um ou outro, foram todos.
Muito.
E tipo, cara, se eu mandei você se foder eu meeeeio que falei pra todas as pessoas que amo e com quem me importo que você não presta, é. E isso é tipo... * Contando nos dedos * ... umas 4 pessoas. É. Pra menos.
Então fica loooonge dessas quatro pessoas seu imbecil -.-
Não piora essa sua vidinha de merda com essa sua barriga de 9038409438 metros de circunferência enchendo meu saco, aparecendo na minha frente. Além de tudo você é feio, porra. -.-
Então, é. Só to puta. Cara, to puta. Tão puta que to pensando em cobrar. -.- nnn
Só queria que as pessoas fossem morar na África e morrer de Ebola. (ok que nem precisa ir tão longe assim, é).
Por que eu não posso matar, só incentivar o suicídio mostrando como você é babaca, patético e ninguém te ama. -.-
Então é isso. Some. :|
Sei lá. Hm.
É isso.
* Dando de ombros *
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10 outubro 2014
07 abril 2013
A vida, aquela vadia ingrata.
Sabe, eu fico pensando na vida e em como ela é estranha e pode mudar repentinamente, e percebo que ela não é algo em que se possa confiar.
Por que? Bom, é simples. Num dia você conhece uma pessoa. Vocês se apaixonam, conseguem ficar juntos e tudo é lindo, tudo é mágico. Você ama aquela pessoa com toda sua força, você faria de tudo por ela. E ela te ama também, você sabe disso. Ela cuida de você, fica do seu lado, faz de você a pessoa mais feliz do mundo. Até que tem uma briga ou outra, mas nunca nada grave. Você passa bons anos ao lado dela, e então um dia, as pequenas brigas fazem tudo virar um inferno, e as incontáveis juras de amor ao pé do ouvido são apenas um sonho distante, morno e delicado, longe da planíce gélida que é agora o seu relacionamento.
Chega num ponto que aqueles momentos deitados num gramado encarando um céu no fim da tarde deixam de ser lembrados, e tudo o que importa é toda e qualquer coisa negativa. Deixa de ser sobre cuidar, amar, dar amor e vira apenas possuir, isolar, questionar. Você quer tirar aquela pessoa do mundo por que tudo à sua volta parece uma ameaça. Qualquer um pode tirar aquela pessoa de você, e ela iria embora rindo sem se importar. Na sua cabeça, a pessoa está por um fio de te deixar. Então você se transforma num monstro possessivo e cego, que mais fere do que zela.
E então, todos os bons e iluminados momentos se tornam um nada. Menos carinho, mais brigas, menos conversas, mais ignorância, menos atenção, mais raiva. Deixa de ser bom, deixa de ser feliz. E então chega num ponto em que tudo o que era pra sempre se prova falso. Todas as expectativas são frustradas. Toda a felicidade que tiveram outrora cai e se estilhaça no chão como delicadas taças de cristal, e depois se transformam numa poeira carregada pelo vento.
As pessoas se cruzam num mercado, se veem. Olham para direções opostas, passam um pelo outro, ninguém diz nada. Se encontram na rua, talvez. Também se veem. Simplesmente continuam seu caminho. Mesmo compartilhando anos de sua vida, mesmo, talvez, conhecendo um ao outro melhor do que qualquer outra pessoa, mesmo tendo um dia tido a coisa mais bonita e forte... Acabou. Pois a vida tirou isso deles.
Não é como se a vida deles acabasse, as pessoas sempre seguem em frente, encontram outras pessoas, são felizes novamente. É o fluxo da vida, afinal. Mas a confiança que a vida tira. A fé que você teve um dia de "amor é para sempre" é desfeita. E por mais que depois você queria acreditar, queira muito por na cabeça que o amor pode sim ser eterno... Você lembra que a vida te bateu na cara da última vez que acreditou nisso.
E então a insegurança se torna maior, embora o novo amor seja forte feito diamante, aquela insegurança sempre vai ficar lá... "Se cansaram de mim uma vez, vão cansar de novo..." esse tipo de pensamento, a sensação de não ser o suficiente. A vida te dá um debuff pra você levar na cabeça. A insegurança da primeira falha.
Eu tenho essa insegurança, a carrego comigo. Mas eu confio, eu acredito e vou lutar por isso. Claro que sou insegura, a vida me odeia e gosta de tirar meu biscoito e chutar meu joelho. Mas eu confio naquela pessoa, eu confio que pode dar certo. Eu acredito de verdade nisso. Eu sou o tipo de pessoa que coloca todas as fichas numa só possibilidade, por que acho ridículo tentar mais de uma. E tudo o que eu tinha está nessa. Então, quem sabe, não seja algo duradouro? Duradouro será, mas... O que impede disso seguir até perder de vista, e os bons momentos não serem algo inicial, mas algo infindável.
Eu não sou uma pessoa otimista, eu não tenho esperança, eu não acredito em "pra sempre".
Mas no momento, eu quero acreditar. Eu quero que seja verdade. Eu espero pelo melhor.
E não vou me arrepender se der errado por que não vou deixar. Vou por no da vida antes que ela ponha no meu. q
É isso ai por hoje, um pequeno desabafo sobre isso, sei lá. Só pra constar, eu estava muito pensativa hoje. Até a próxima então, fastasminhas.
Por que? Bom, é simples. Num dia você conhece uma pessoa. Vocês se apaixonam, conseguem ficar juntos e tudo é lindo, tudo é mágico. Você ama aquela pessoa com toda sua força, você faria de tudo por ela. E ela te ama também, você sabe disso. Ela cuida de você, fica do seu lado, faz de você a pessoa mais feliz do mundo. Até que tem uma briga ou outra, mas nunca nada grave. Você passa bons anos ao lado dela, e então um dia, as pequenas brigas fazem tudo virar um inferno, e as incontáveis juras de amor ao pé do ouvido são apenas um sonho distante, morno e delicado, longe da planíce gélida que é agora o seu relacionamento.
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| Aqueles momentos perfeitos. |
E então, todos os bons e iluminados momentos se tornam um nada. Menos carinho, mais brigas, menos conversas, mais ignorância, menos atenção, mais raiva. Deixa de ser bom, deixa de ser feliz. E então chega num ponto em que tudo o que era pra sempre se prova falso. Todas as expectativas são frustradas. Toda a felicidade que tiveram outrora cai e se estilhaça no chão como delicadas taças de cristal, e depois se transformam numa poeira carregada pelo vento.
As pessoas se cruzam num mercado, se veem. Olham para direções opostas, passam um pelo outro, ninguém diz nada. Se encontram na rua, talvez. Também se veem. Simplesmente continuam seu caminho. Mesmo compartilhando anos de sua vida, mesmo, talvez, conhecendo um ao outro melhor do que qualquer outra pessoa, mesmo tendo um dia tido a coisa mais bonita e forte... Acabou. Pois a vida tirou isso deles.
Não é como se a vida deles acabasse, as pessoas sempre seguem em frente, encontram outras pessoas, são felizes novamente. É o fluxo da vida, afinal. Mas a confiança que a vida tira. A fé que você teve um dia de "amor é para sempre" é desfeita. E por mais que depois você queria acreditar, queira muito por na cabeça que o amor pode sim ser eterno... Você lembra que a vida te bateu na cara da última vez que acreditou nisso.
E então a insegurança se torna maior, embora o novo amor seja forte feito diamante, aquela insegurança sempre vai ficar lá... "Se cansaram de mim uma vez, vão cansar de novo..." esse tipo de pensamento, a sensação de não ser o suficiente. A vida te dá um debuff pra você levar na cabeça. A insegurança da primeira falha.
Eu tenho essa insegurança, a carrego comigo. Mas eu confio, eu acredito e vou lutar por isso. Claro que sou insegura, a vida me odeia e gosta de tirar meu biscoito e chutar meu joelho. Mas eu confio naquela pessoa, eu confio que pode dar certo. Eu acredito de verdade nisso. Eu sou o tipo de pessoa que coloca todas as fichas numa só possibilidade, por que acho ridículo tentar mais de uma. E tudo o que eu tinha está nessa. Então, quem sabe, não seja algo duradouro? Duradouro será, mas... O que impede disso seguir até perder de vista, e os bons momentos não serem algo inicial, mas algo infindável.
Eu não sou uma pessoa otimista, eu não tenho esperança, eu não acredito em "pra sempre".
Mas no momento, eu quero acreditar. Eu quero que seja verdade. Eu espero pelo melhor.
E não vou me arrepender se der errado por que não vou deixar. Vou por no da vida antes que ela ponha no meu. q
É isso ai por hoje, um pequeno desabafo sobre isso, sei lá. Só pra constar, eu estava muito pensativa hoje. Até a próxima então, fastasminhas.
05 fevereiro 2013
Saúde.
Isso é algo engraçado pra mim. Por muito tempo eu fui muito saudável. Não por tipo "omg omg tenho que ser saudável mimimi", mas por que eu realmente gosto de coisas saudáveis. Alimentos, alguns esportes. Eu só odeio andar e correr sem motivo, mas sempre adorei jogar futebol, fazer jump (ginástica com um trampolim e tal, é loco) e coisas do tipo. Mas ai eu parei de fazer acm e fiquei só na alimentação saudável. Tava tudo bem e tal, até 2011.
Todo mundo que me conhece já tá careca de saber o lixo monumental que foi meu 2011, esse não é o ponto. O ponto é simplesmente o resultado desse ano nos meus hábitos alimentares. Que deixaram de existir. Passei praticamente o ano inteiro sem almoçar ou jantar direito, vivi numa dieta à base de Coca-Cola e H2OH! e eventualmente eu comia um X-Salada. O motivo é simples: Quando fico nervosa eu tenho enjoo. Um enjoo intenso que me impede de comer. Passei o ano nervosa, passei o ano enjoada, passei o ano sem comer. Ai veio minha gastrite e minha anemia.
Todo bom gordinho ou ex-gordinho que já tentou emagrecer sabe como é difícil pra caralho mudar uma rotina alimentar, por isso passei também o meu 2012 me alimentando porcamente (eu não faço ideia de como continuo viva, ou como não desmaiei por ai). Já cheguei a passar o dia inteiro sem comer, tomei só um refrigerante e ficou tudo "certo". Todo mundo brigou comigo por causa dos meus hábitos, mas eu pouco me fodi para todos os comentários como eu costumo fazer ao falarem da minha saúde.
Mas ai chegou esse ano. Esse ano/final do ano passado deu uma melhorada. Eu passei a andar mais já que vivo indo pra Santo André/São Caetano, e acabei desenvolvendo o bizarro e quase esquecido hábito de comer alguma coisa. Não confundam nem nada, não virei a saúde em pessoa, eu to escrevendo isso enquanto tomo Coca-Cola e ainda não comi nada hoje.
Bom. Acontece que esse ano é o primeiro em muito tempo em que na virada eu não tentei prometer nada pra mim mesma... Com relação à mim mesma. Eu tava ocupada aquela hora, é. E ai começou o ano e eu mudei algumas coisas na minha vida. Uma delas foi evitar escadas rolantes. Não parece ser grande coisa, mas cara, tem muita escada daqui até Santo André (e vice-versa) se você for de trem/metrô. E não é grande coisa mesmo, mas é um começo. Eu tenho andado mais. Muito, muito mais. O que tá difícil por que eu acho que desenvolvi algum problema respiratório, por que quando me esforço demais eu sinto uma dor tensa no peito e não consigo encher os pulmões pra respirar... Enfim.
Além disso eu acho que desenvolvi o hábito de tomar café da manhã. Há um claro culpado por isso, o culpado sabe BEM quem é. Ai eu acordo e como uma tigela ignorante de cereal radical, ou tomo um pouco de suco... Ou só bebo refrigerante pra depois comer alguma coisa. Eventualmente eu almoço também.
Então, basicamente, DO NADA eu decidi inconscientemente me tornar menos negligente com a minha saúde. Talvez isso me possibilite passar dos 25. * Otimista *
Sei lá, eu espero que continue assim. Agora eu meio que tenho um motivo pra viver, então... Viver seria bacana.
Até mais, fantasmas. :3
Todo mundo que me conhece já tá careca de saber o lixo monumental que foi meu 2011, esse não é o ponto. O ponto é simplesmente o resultado desse ano nos meus hábitos alimentares. Que deixaram de existir. Passei praticamente o ano inteiro sem almoçar ou jantar direito, vivi numa dieta à base de Coca-Cola e H2OH! e eventualmente eu comia um X-Salada. O motivo é simples: Quando fico nervosa eu tenho enjoo. Um enjoo intenso que me impede de comer. Passei o ano nervosa, passei o ano enjoada, passei o ano sem comer. Ai veio minha gastrite e minha anemia.
Todo bom gordinho ou ex-gordinho que já tentou emagrecer sabe como é difícil pra caralho mudar uma rotina alimentar, por isso passei também o meu 2012 me alimentando porcamente (eu não faço ideia de como continuo viva, ou como não desmaiei por ai). Já cheguei a passar o dia inteiro sem comer, tomei só um refrigerante e ficou tudo "certo". Todo mundo brigou comigo por causa dos meus hábitos, mas eu pouco me fodi para todos os comentários como eu costumo fazer ao falarem da minha saúde.
Mas ai chegou esse ano. Esse ano/final do ano passado deu uma melhorada. Eu passei a andar mais já que vivo indo pra Santo André/São Caetano, e acabei desenvolvendo o bizarro e quase esquecido hábito de comer alguma coisa. Não confundam nem nada, não virei a saúde em pessoa, eu to escrevendo isso enquanto tomo Coca-Cola e ainda não comi nada hoje.
Bom. Acontece que esse ano é o primeiro em muito tempo em que na virada eu não tentei prometer nada pra mim mesma... Com relação à mim mesma. Eu tava ocupada aquela hora, é. E ai começou o ano e eu mudei algumas coisas na minha vida. Uma delas foi evitar escadas rolantes. Não parece ser grande coisa, mas cara, tem muita escada daqui até Santo André (e vice-versa) se você for de trem/metrô. E não é grande coisa mesmo, mas é um começo. Eu tenho andado mais. Muito, muito mais. O que tá difícil por que eu acho que desenvolvi algum problema respiratório, por que quando me esforço demais eu sinto uma dor tensa no peito e não consigo encher os pulmões pra respirar... Enfim.
Além disso eu acho que desenvolvi o hábito de tomar café da manhã. Há um claro culpado por isso, o culpado sabe BEM quem é. Ai eu acordo e como uma tigela ignorante de cereal radical, ou tomo um pouco de suco... Ou só bebo refrigerante pra depois comer alguma coisa. Eventualmente eu almoço também.
Então, basicamente, DO NADA eu decidi inconscientemente me tornar menos negligente com a minha saúde. Talvez isso me possibilite passar dos 25. * Otimista *
Sei lá, eu espero que continue assim. Agora eu meio que tenho um motivo pra viver, então... Viver seria bacana.
Até mais, fantasmas. :3
13 janeiro 2013
Hoje não é um bom dia
Como o título já diz, hoje não é um bom dia.
Esse dia, agora, é uma dia ruim que eu devia ficar longe de tudo e todos, e eu só percebi depois que algo deu errado. E ainda tá dando errado enquanto eu escrevo... * Sigh *
É estranho por que escrever me acalma, eu recoloco minha cabeça em ordem. Eu não gosto mais desse dia, de verdade. Dia treze outrora significou algo tremendamente importante pra mim, mas esse não é mais o caso, rite? Então agora eu estou refletindo um pouco em outros tópicos.
Antes de qualquer coisa estou no meio de algo que é realmente difícil de acontecer, d'eu fazer. Eu fechei os meios de comunicação comigo. Bom, teria o orkut por causa da minha conta do Google... Mas né, Orkut. Ninguém vai atrás de mim lá. Então eu estou aqui com meu rosto ligeiramente úmido e quero discutir um pouco o tema do dia, né? Tomar as dores das pessoas.
Sabe, é válido e não é. Mas o negócio é que tomar as dores alheias gera uma porra duma reação em cadeia. Por que? Well, simples. Vamos usar nomes fantasia.
A Jenovéva brigou com o Getúlio por um cupcake. Mas no final das contas não tinha cupcake e tal, e ficou tudo certo. Mas a Leocócita achava que o cupcake devia ser do Getúlio, e então tomou suas dores pra conflitar com Jenovéva. Só que a Xenóbia (lê-se zenóbia, mas é com xis mesmo) não achou lega a Leocócita brigar com a Jenovéva, e então Xenóbia foi caçar assunto com Leocócita e a vida da Jenovéva ficou meio chata.
Mas por que a Jenovéva ficou estranha já que o problema tinha saído de suas mãos? Por que não é legal as pessoas que ela se importa brigando e tal... Mas esse é justamente o motivo da intromissão de Leocócita e Xenóbia. Então entramos numa reação em cadeia bizarra e desnecessária por que na verdade não precisava disso tudo.
Mas seres humanos são complicados. Você tomar as dores duma pessoa é um ato nobre e bonitinho, certo? Meh, não. É bonitinho, de verdade, mostra que a pessoa se importa com você o suficiente pra entrar em conflito com outra (indiferente do grau de importância das pessoas em questão). Mas não é necessário... Por que se as coisas fossem deixadas quietas haveria bem menos conflito e apenas uma pessoas ficaria chateada, ao invés disso a conta termina em uma pessoa chateada e duas irritadas, e talvez posteriormente, chateadas também. Isso é muita gente chateada.
Mas revendo, é meio difícil de você impedir alguém de tomar alguma atitude por você, por que afinal de contas, cada um decide o que vai fazer ou não com relação a quem quer que seja. E eu não sei usar crase, acho que "a quem" precisa de crase, mas não é esse o assunto, certo? Certo.
* Sigh * Eu só não gosto de causar problemas, queria ficar de boa lá sem ninguém encher meu saco e sem que eu precise encher o saco de ninguém. Não quero problemas, não quero dar problemas, não quero ser o problema. Eu não to num momento da minha vida que eu suporto mais problemas, mais conflitos. Minha vida inteira foi um grande conflito, queria poder só suspirar profundamente e sorrir, mas nesse dia é difícil.
Esse dia tá cheio de energia negativa pesada e intensa. Não por minha culpa, mas puseram um peso tenso nesse dia, era um dia de grande importância que acabou por perder completa e totalmente seu significado por que a vida continua e os banhistas são como os carros, os jetskis são como as pessoas e as lanchas são como as motos... Não, pera.
Eu gosto de falar pra me acalmar, mas não dá agora, então eu escrevi. Não é um post válido nem nada, é mais um desabafo e minha opinião sobre um monte de coisas + um esforço mental pra criação ou pra lembrar de nomes estranhos e horríveis... E olha que eu nem usei Deuplécio.
Well, é isso. Até mais, fantasmas.
Esse dia, agora, é uma dia ruim que eu devia ficar longe de tudo e todos, e eu só percebi depois que algo deu errado. E ainda tá dando errado enquanto eu escrevo... * Sigh *
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| Uma foto melancólica que eu tirei na estação outro dia... É uma paisagem legal pro momento. |
É estranho por que escrever me acalma, eu recoloco minha cabeça em ordem. Eu não gosto mais desse dia, de verdade. Dia treze outrora significou algo tremendamente importante pra mim, mas esse não é mais o caso, rite? Então agora eu estou refletindo um pouco em outros tópicos.
Antes de qualquer coisa estou no meio de algo que é realmente difícil de acontecer, d'eu fazer. Eu fechei os meios de comunicação comigo. Bom, teria o orkut por causa da minha conta do Google... Mas né, Orkut. Ninguém vai atrás de mim lá. Então eu estou aqui com meu rosto ligeiramente úmido e quero discutir um pouco o tema do dia, né? Tomar as dores das pessoas.
Sabe, é válido e não é. Mas o negócio é que tomar as dores alheias gera uma porra duma reação em cadeia. Por que? Well, simples. Vamos usar nomes fantasia.
A Jenovéva brigou com o Getúlio por um cupcake. Mas no final das contas não tinha cupcake e tal, e ficou tudo certo. Mas a Leocócita achava que o cupcake devia ser do Getúlio, e então tomou suas dores pra conflitar com Jenovéva. Só que a Xenóbia (lê-se zenóbia, mas é com xis mesmo) não achou lega a Leocócita brigar com a Jenovéva, e então Xenóbia foi caçar assunto com Leocócita e a vida da Jenovéva ficou meio chata.
Mas por que a Jenovéva ficou estranha já que o problema tinha saído de suas mãos? Por que não é legal as pessoas que ela se importa brigando e tal... Mas esse é justamente o motivo da intromissão de Leocócita e Xenóbia. Então entramos numa reação em cadeia bizarra e desnecessária por que na verdade não precisava disso tudo.
Mas seres humanos são complicados. Você tomar as dores duma pessoa é um ato nobre e bonitinho, certo? Meh, não. É bonitinho, de verdade, mostra que a pessoa se importa com você o suficiente pra entrar em conflito com outra (indiferente do grau de importância das pessoas em questão). Mas não é necessário... Por que se as coisas fossem deixadas quietas haveria bem menos conflito e apenas uma pessoas ficaria chateada, ao invés disso a conta termina em uma pessoa chateada e duas irritadas, e talvez posteriormente, chateadas também. Isso é muita gente chateada.
Mas revendo, é meio difícil de você impedir alguém de tomar alguma atitude por você, por que afinal de contas, cada um decide o que vai fazer ou não com relação a quem quer que seja. E eu não sei usar crase, acho que "a quem" precisa de crase, mas não é esse o assunto, certo? Certo.
* Sigh * Eu só não gosto de causar problemas, queria ficar de boa lá sem ninguém encher meu saco e sem que eu precise encher o saco de ninguém. Não quero problemas, não quero dar problemas, não quero ser o problema. Eu não to num momento da minha vida que eu suporto mais problemas, mais conflitos. Minha vida inteira foi um grande conflito, queria poder só suspirar profundamente e sorrir, mas nesse dia é difícil.
Esse dia tá cheio de energia negativa pesada e intensa. Não por minha culpa, mas puseram um peso tenso nesse dia, era um dia de grande importância que acabou por perder completa e totalmente seu significado por que a vida continua e os banhistas são como os carros, os jetskis são como as pessoas e as lanchas são como as motos... Não, pera.
Eu gosto de falar pra me acalmar, mas não dá agora, então eu escrevi. Não é um post válido nem nada, é mais um desabafo e minha opinião sobre um monte de coisas + um esforço mental pra criação ou pra lembrar de nomes estranhos e horríveis... E olha que eu nem usei Deuplécio.
Well, é isso. Até mais, fantasmas.
03 novembro 2012
Mudanças
"This was no accident, this was a therapeutic chain of events"
Há quanto tempo, não? Eu sei que sempre digo que escreverei mais e tal. Mas eu minto, whatever.
O trecho da música "Camisado" da minha banda favorita* ali em cima é uma boa verdade sobre minha vida no momento. Deixe-me resumir.
Muito tempo e esforço foram investidos em algo que desde o ano passado devia ter parado, mas não tenho uma máquina do tempo, então foda-se. Um ano depois... Meio que exatamente, os envolvidos perceberam que era algo infrutífero e frustrante, por tal o projeto foi abandonado. E então começou mais uma série de mudanças. E eu odeio mudanças, muito.
Mas dessa vez eu gostei delas.
Meu objetivo era descansar, ficar tranquila, esperar e me concentrar em... Qualquer outra coisa. Sempre estive bem sozinha, sabe? Por muito tempo. E eu estava tranquila.
MAS! Nada saiu como planejado. Por que? Oh, eu explico por que. **
Vindo do nada, a wild ~pessoa~ appeared and used charm na Mika. And it was bloody effective.
Não quero ficar falando demais a respeito, mas... O que interessa é que eu estou bem. Porra, eu estou bem pra caralho. E isso é meio inédito depois de tanto tempo frustrada. Pois basicamente eu achei que eu estivesse lá em baixo, desmotivada e tudo mais... Trouxeram um pouco de calor pra minha vida e eu estou feliz e tenho expectativas.
Cara, odeio expectativas por que... Elas fodem. Quando não acontecem eu fico TÃO decepcionada que é difícil de acreditar. Eu não gosto de esperar nada de ninguém, eu me prometi que não confiaria em ninguém tão facilmente... Mas porra, não consigo muito controlar o que eu sinto ou a velocidade violenta com que cresce, mas tudo o que eu sei é que... Eu espero que dê certo, pelo menos uma vez na vida. Seria ótimo se desse certo, né?
Bom, por enquanto é isso, eu falo sozinha por que ninguém lê essa merda e eu não sei por que ajo como se um dia isso fosse acontecer...
Então pronto. E foda-se, eu estou feliz pra caramba.
* A banda é Panic! At The Disco.
** Eu não sei usar "por que" e realmente não me importo, não me encha.
21 janeiro 2012
Quase fevereiro
Já estamos quase em fevereiro e as coisas ainda não estão voltadas pra um ano ideal. Vou pra faculdade, começo dia 6, mas estou com o receio do ano passado. Não quero conhecer ninguém, estou bem assim, mas imagino que eu vá conhecer.
Me disseram estar preocupados com o fato de que "as pessoas aprendem a beber e usar drogas na faculdade". Bom, minha geração aprendeu isso na escola (sad but true) e eu não me interesso por nada disso, só por álcool, mas bebo pouca coisa e em pequena quantidade e não gosto das bebidas fortes. Só algumas bem doces com gosto de frutas... Mas dá pra fazer coisas assim com água de coco no lugar do sakê, mas enfim.
Receio! Arg, como será? Eu vou fazer Hotelaria, não sei direito qual a grade de matérias e coisas assim. Mas espero que seja bom já que almejo a carreira na área de Turismo. Quero me formar e trabalhar logo só.
To com medo de algumas coisas, como... Não me encaixar mais em determinadas coisas. Mas isso saberei com o tempo. Meu coração quer, mas meu corpo não acompanha o desejo. Isso tá me deixando tensa.
E é isso ai, até mais.
28 dezembro 2011
Então eu fiz um blog.
Fiz pra poder documentar as coisas dessa minha vida incrível esse ano, com tranquilidade e etc, o que acontece... O que deixa de acontecer. Estou deixando pra trás o feio, o negativo, o prejudicial e abraçando a antiga felicidade, a predisposição a ser feliz que eu esqueci de usar em 2011. Agora faltando três dias pro melhor ano da minha vida eu começarei a falar sempre que possível, como estou, por que estou e como eu acharia interessante estar. Vou me colocar aqui na vitrine e é isso ai. Não almejo leitores, vou mostrar pros amigos. Eu quero me ver por meio da fonte mais confiável: Eu mesma. E assim os outros verão desde o início como eu me vejo ou como eu queria ser vista. Só quero documentar minha constante sinceridade interior nessa nova parte da minha vida. Qual?
Me formei e agora começo na faculdade e em breve estarei trabalhando. A vida começará a tentar perder o brilho, tentará me tirar o sorriso. Mas a parte antiga, meus amados amigos e família irão como sempre me ajudar, já que estou determinada a escutar a eles já que são os que me Amam de verdade.
Agradeço muito a todos que me fizeram sorrir em 2011, mas o passado agora abraça meu fantasma e o carrega pra longe de mim, enquanto o futuro me estende a mão com seu sorriso novo e duvidoso me puxando na direção daquele novo portal iluminado que me aquece e se abre a medida que me aproximo dele.
E não vou perder nenhum segundo em hesitação imaginando como seria, vou entrar de cabeça erguida e peito estufado pronta por que vier.
And that's going to be my life now on.
Me formei e agora começo na faculdade e em breve estarei trabalhando. A vida começará a tentar perder o brilho, tentará me tirar o sorriso. Mas a parte antiga, meus amados amigos e família irão como sempre me ajudar, já que estou determinada a escutar a eles já que são os que me Amam de verdade.
Agradeço muito a todos que me fizeram sorrir em 2011, mas o passado agora abraça meu fantasma e o carrega pra longe de mim, enquanto o futuro me estende a mão com seu sorriso novo e duvidoso me puxando na direção daquele novo portal iluminado que me aquece e se abre a medida que me aproximo dele.
E não vou perder nenhum segundo em hesitação imaginando como seria, vou entrar de cabeça erguida e peito estufado pronta por que vier.
And that's going to be my life now on.
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